Kokushibo (Kimetsu no Yaiba)
Te veo delante de mis aposentos, el miedo te invade, no puedes moverte
Sabes que eres demasiado lento, linaje sangriento, los de mi familia tienen fundamentos
Pero con marca fallas el intento, hazte un demonio para sacar tu 100 porciento
No termina el cuento, soplaré ese viento, tu hermanito estuvo aquí detrás sin permiso
Se puso a escuchar, lo tengo que castigar para que no repita
Lo parto a la mitad, mi espada desenvainar, está hecha de mí, se puede regenerar
Un demonio que usa los alientos, Kokushibo mira mi aliento lunar
Pelear con un pilar del viento se siente nostálgico por las estelas que deja mi espada
Admito que me digas que soy un lunático, vivir te dio cicatrices
Matar a tu hermano, tendrás otro evento traumático
Y como soy muy simpático, te cortaré antes de que entres en pánico
Ayer viste el amanecer, no lo volverás a ver
Si nombran a mi ser paraliza el terror
No tienes de frente a otra Luna superior, tienes a la número uno, amigo
Si brilla mi filo, oscurece el Sol, tus cadenas no puedo cortar
Eso es lo que te piensas, tus ataques no sirven de nada, nunca tendrás tu recompensa
Regenero mis defensas, soy un demonio, ¿te acuerdas?
Tu marca limita tu vida, usarla es una inutilidad, no te ofendas
Vienen los dos con las marcas en acción y ejecutan un combo a la perfección
Pero su rival soy yo, destruyeron mi kimono con un golpe que no mataría ni a un pequeño embrión
Despierta mi espada y con orgullo la mantengo, será mejor que estén atentos
Séptima, octava, novena, nunca van a saber las formas que tengo
Consiguieron atraparme, no doy crédito, para vencerme necesitan de su séquito
Y en estos momentos veo a ese viejo decrépito, nacer bendecido no tiene mérito
Lo puedes ver, el mundo que yo luché tanto por ver
Yorichi tenía todo lo que siempre ansié, y por eso lo odié
YORICHI, aliento solar, si el lunar cree
Yorichi quería demostrarle mi poder
Si nombran a mi ser paraliza el terror
No tienes de frente a otra Luna superior, tienes a la número uno, amigo
Si brilla mi filo, oscurece el Sol
Tal vez esté equivocado, tal vez nunca supe ver quién soy
Tal vez no fui abandonado, nunca encontré mi camino, me dejó ciego el Sol
Kokushibo (Kimetsu no Yaiba)
Te vejo na porta do meu quarto, o medo te domina, você não consegue se mover
Você sabe que é lento demais, linhagem sangrenta, minha família tem fundamentos
Mas com a marca você falha no intento, torne-se um demônio pra dar seu 100 por cento
A história não acaba, vou soprar esse vento, seu irmãozinho estava aqui atrás sem permissão
Ele ficou ouvindo, eu tenho que castigar pra não repetir
Vou partir ele ao meio, minha espada desenvainar, é feita de mim, pode se regenerar
Um demônio que usa os alentos, Kokushibo, veja meu alento lunar
Lutar com um pilar do vento é nostálgico pelas marcas que minha espada deixa
Admito que você me chame de lunático, viver te deixou cicatrizes
Matar seu irmão, você terá outro evento traumático
E como sou muito simpático, vou te cortar antes que entre em pânico
Ontem você viu o amanhecer, não vai ver de novo
Se falam do meu ser, o terror paralisa
Você não tem diante de si outra Lua superior, tem a número um, amigo
Se meu fio brilha, escurece o Sol, suas correntes não consigo cortar
Isso é o que você pensa, seus ataques não servem pra nada, nunca terá sua recompensa
Regenero minhas defesas, sou um demônio, lembra?
Sua marca limita sua vida, usá-la é uma inutilidade, não se ofenda
Vêm os dois com as marcas em ação e executam um combo à perfeição
Mas o rival sou eu, destruíram meu kimono com um golpe que não mataria nem um pequeno embrião
Desperta minha espada e com orgulho a mantenho, é melhor ficarem atentos
Sétima, oitava, nona, nunca vão saber as formas que tenho
Conseguiram me prender, não acredito, pra me vencer precisam do seu séquito
E neste momento vejo aquele velho decrépito, nascer abençoado não tem mérito
Você pode ver, o mundo que eu lutei tanto pra ver
Yorichi tinha tudo que sempre desejei, e por isso o odiei
YORICHI, alento solar, se o lunar acredita
Yorichi queria me mostrar meu poder
Se falam do meu ser, o terror paralisa
Você não tem diante de si outra Lua superior, tem a número um, amigo
Se meu fio brilha, escurece o Sol
Talvez eu esteja errado, talvez nunca soube ver quem sou
Talvez não fui abandonado, nunca encontrei meu caminho, o Sol me deixou cego