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Srta. Molibdênio

mekaloton

Ms. Molybdenum

Data corrupted, dividends gone
Digital deadbeat, daggers all drawn
Paying off debts for a duel at dawn
Nullified threats for a petrified pawn

Metal mask on, beckoner bound
Mimic of a man-made battle-bade hound
Live fire trial with a file not found
Marking down miles in a dreadnought drowned

Tearing through tangles, kicking down drones
Wire grip handles over my bones
Microchip mantles, silicon clones
Nobody knows, nobody knows

Something all mangled, something in pain
Something in shambles, give it my name
Sticking lit candles into my brain
Nothing to gain, nothing to gain, nothing to gain

All of my features, none of my gall
Bodies all buckle in a bareknuckle brawl
Slamming thick skulls through a firebrick wall
Nothing on disc, nothing installed

Nothing at all hiding under those mugs
Nothing but bodies with brains full of bugs
Nothing but lead-veined single lane lugs
Suckers all swallowing hollow-point slugs

Tearing through tangles, kicking down drones
Wire grip handles over my bones
Microchip mantles, silicon clones
Nobody knows, nobody knows

Something all mangled, something in pain
Something in shambles, give it my name
Sticking lit candles into my brain
Nothing to gain, nothing to gain

Do you feel safe behind your big screens?
Do you know what molybdenum means?
Beating back hundreds of your machines
Making a scene, making a scene

I can take every one of your pawns
Bullet-brain vultures, bodywork sawn
Seagulls and bombs, whatever you want
Bring it all on, bring it all on, bring it all on

Srta. Molibdênio

Dados corrompidos, dividendos sumidos
Vagabundo digital, adagas todas sacadas
Pagando dívidas para um duelo ao amanhecer
Ameaçadas nulificadas para um peão petrificado

Máscara metálica posta, convidador preso
Imitação de um cão artificial ordenado à batalha
Prova de tiro real com um arquivo não encontrado
Marcando milhas em um dreadnought afogado

Cortando emaranhados, chutando drones abaixo
Alças de esticador sobre os meus ossos
Mantos de microchip, clones de silício
Ninguém sabe, ninguém sabe

Algo todo mutilado, algo dolorido
Algo em destroços, dê-lhe meu nome
Enfiando velas acesas no meu cérebro
Nada a se ganhar, nada a se ganhar, nada a se ganhar

Todos os meu traços, nada do meu atrevimento
Corpos todos se dobram numa briga sem luvas
Atirando cabeças duras através de uma parede de tijolos refratários
Nada no disco, nada instalado

Absolutamente nada se escondendo atrás dessas caras
Nada senão corpos com cérebros cheios de bugs
Nada senão imbecis veias-de-chumbo de mão única
Idiotas todos mordendo balas de ponta oca

Cortando emaranhados, chutando drones abaixo
Alças de esticador sobre os meus ossos
Mantos de microchip, clones de silício
Ninguém sabe, ninguém sabe

Algo todo mutilado, algo dolorido
Algo em destroços, dê-lhe meu nome
Enfiando velas acesas no meu cérebro
Nada a se ganhar, nada a se ganhar

Vocês se sentem seguros atrás de suas telonas?
Vocês sabem o que significa molibdênio?
Repelindo centenas de suas máquinas
Armando um barraco, armando um barraco

Eu consigo enfrentar todos os peões
Abutres cérebros-de-bala, lataria serrada
Gaivotas e bombas, o que você quiser
Mande-me tudo, mande-me tudo, mande-me tudo