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Minha Lei

Melendi

Mi Ley

Lucho por pequeñas cosas
Lucho por mi luna llamada Carlota
Lucho por la gente que tovía' me escucha
Lucho pero nunca acabará mi lucha
Lucho por mi jerga
Lucho por la risa
Lucho por la calma maltratada por la prisa
Lucho por vosotros que sois mis guerreros y
Venís aquí pa' levantar vuestros mecheros

Lucho por las plantas que nunca se extingan
Lucho por banderas con las calaveras
Lucho y cuando lucho nunca hay medias tintas
Lucho aunque a veces me fallen las maneras

Mi ley
Es que no tengo ley
Yo soy mi propio rey
Esa es mi única ley

Lucho apretando los dientes
Y por los culpables que a veces son inocentes
Lucho por Amor y ahora que está dormido
Voy a robarle unas flechas a Cupido
Lucho por los pelos
Lucho por tus brazos
Y a veces tus ojos me devuelven puñetazos
Lucho por supuesto
Lucho por olvido
Lucho muchas veces hasta cuando me descuido

Lucho por las plantas que nunca se extingan
Lucho por banderas con las calaveras
Lucho y cuando lucho nunca hay medias tintas
Lucho aunque a veces me fallen las maneras

Mi ley, es que no tengo ley
Yo soy mi propio rey
Esa es mi única ley

Lucho hasta la muerte
Lucho muerto en vida
Lucho porque hay muchas bocas y poca comida
Lucho por la inteligencia
Y también por la ignorancia
Cada vez más convencido que es muy corta su distancia
Lucho en punto
Lucho en cuarto
Lucho a y media y menos cuarto
Se van pasando las horas y uno empieza ya a estar harto
Y en mi diccionario
Lucho por palabras
En las que las noches sean siempre intercaladas

(Mi ley)
Lucho por verdades
Y por las mentiras
Son inseparables forman parte de la vida
(Es que no tengo ley)
De tanto luchar escucho las luces
Veo el sonido
Pocas veces el luchar para mí penderá de un hilo
(Yo soy mi propio rey)
Lucho de Montesco
Y de Capuleto
A veces de frente y otras como un perro viejo
(Esa es mi única ley)
Lucho por los sentimientos
Con la fuerza de un Coloso
Muy consciente y enterado
Que el amor es caprichoso

Minha Lei

Luto por pequenas coisas
Luto pela minha lua chamada Carlota
Luto pelas pessoas que ainda me escutam
Luto, mas minha luta nunca vai acabar
Luto pela minha gíria
Luto pela risada
Luto pela calma maltratada pela pressa
Luto por vocês que são meus guerreiros e
Vêm aqui pra acender seus isqueiros

Luto pelas plantas que nunca se apaguem
Luto por bandeiras com caveiras
Luto e quando luto nunca tem meio termo
Luto, mesmo que às vezes me faltem as maneiras

Minha lei
É que não tenho lei
Eu sou meu próprio rei
Essa é minha única lei

Luto cerrando os dentes
E pelos culpados que às vezes são inocentes
Luto por amor e agora que está adormecido
Vou roubar umas flechas de Cupido
Luto pelos cabelos
Luto pelos seus braços
E às vezes seus olhos me devolvem socos
Luto, claro
Luto pelo esquecimento
Luto muitas vezes até quando me descuido

Luto pelas plantas que nunca se apaguem
Luto por bandeiras com caveiras
Luto e quando luto nunca tem meio termo
Luto, mesmo que às vezes me faltem as maneiras

Minha lei, é que não tenho lei
Eu sou meu próprio rei
Essa é minha única lei

Luto até a morte
Luto morto em vida
Luto porque há muitas bocas e pouca comida
Luto pela inteligência
E também pela ignorância
Cada vez mais convencido que a distância é curta
Luto em ponto
Luto em quarto
Luto às e meia e menos quarto
As horas vão passando e a gente começa a ficar cansado
E no meu dicionário
Luto por palavras
Nas quais as noites sejam sempre intercaladas

(Minha lei)
Luto por verdades
E por mentiras
São inseparáveis, fazem parte da vida
(É que não tenho lei)
De tanto lutar, escuto as luzes
Vejo o som
Poucas vezes a luta pra mim vai pender de um fio
(Eu sou meu próprio rei)
Luto de Montesco
E de Capuleto
Às vezes de frente e outras como um cachorro velho
(Essa é minha única lei)
Luto pelos sentimentos
Com a força de um Colosso
Muito consciente e ciente
Que o amor é caprichoso

Composição: