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Eu Vou Pra Boston e Você Pra Tijuana

Melendi

Yo a Boston y Tú a Tijuana

En la barra de un bar de esos donde se ahogan los leones
Donde se toman buenos tequilas, malas decisiones
Conocí a la más linda muchacha, con facha roquera
Cuando le pregunté por su nombre, me dijo: El que tú quieras

Yo le dije: Deseo, diosa de los ateos, nunca más me abandones
Ella dijo: Europeo, voy a hacer que no veo tus malas intenciones
Y entre tragos y canciones de los Stones y Spinetta
Terminamos desnudos, bailando en Playa Caleta

Qué poco vale un papel
Cuando paseamos sin ropa
Qué poco vale un papel cuando la que habla es la piel
El pez muere por la boca

Qué poco vale un papel
Si no queda marihuana
Qué poco vale un papel cuando, pasado mañana
Yo a Boston, y tú a Tijuana

Las estrellas como farolillos y un par de espectadores
En la arena, peleamos sin tregua, como gladiadores
Le cosimos la boca a la Luna con hilo infinito
Y bebí en tu mar toda la espuma, no sé si me explico

Sucedió en Acapulco, fue la última parada de la gira mexicana
Mi peor enemigo, que siempre fue el alcohol, le cedió el puesto al alba
Te dije: Vente a los States, seremos dueños del hampa
Nos haremos la 66 en un viejo Cadillac

Qué poco vale un papel
Cuando paseamos sin ropa
Qué poco vale un papel cuando la que habla es la piel
El pez muere por la boca

Qué poco vale un papel
Si no queda marihuana
Qué poco vale un papel cuando, pasado mañana
Yo a Boston, y tú a Tijuana

Me enseñaste lo prohibido
Y ahora toca encontrar el camino
Me enseñaste lo prohibido, ¡eh!

Me enseñaste lo prohibido
Y ahora toca encontrar el camino
Me enseñaste lo prohibido

Eu Vou Pra Boston e Você Pra Tijuana

No balcão de um daqueles bares onde os leões se afogam
Onde se tomam boas tequilas e más decisões
Conheci a garota mais linda, com pose de roqueira
Quando perguntei o nome dela, ela disse: O que você quiser

Eu disse pra ela: Desejo, deusa dos ateus, que nunca mais me abandone
Ela disse: Europeu, vou fingir que não vejo suas segundas intenções
E entre drinks e músicas dos Rolling Stones e do Luis Alberto Spinetta
Terminamos sem roupa, dançando na praia da Caleta

Como um documento vale pouco
Quando passeamos sem roupa
Como um documento vale pouco quando é a pele que fala
O peixe morre pela boca

Como um documento vale pouco
Quando não sobra maconha
Como um documento vale pouco quando, depois de amanhã
Eu vou pra Boston, e você pra Tijuana

As estrelas como lanterninhas e alguns espectadores
Na areia, brigamos sem trégua, como gladiadores
Costuramos a boca da Lua com fio infinito
E eu bebi toda a espuma do seu mar, não sei se você me entende

Aconteceu em Acapulco, foi a última parada da turnê mexicana
Meu pior inimigo, que sempre foi o álcool, cedeu lugar ao amanhecer
Eu te disse: Vem pros Estados Unidos, vamos ser donos do submundo
Vamos pegar a Rota 66 num Cadillac velho

Como um documento vale pouco
Quando passeamos sem roupa
Como um documento vale pouco quando é a pele que fala
O peixe morre pela boca

Como um documento vale pouco
Quando não sobra maconha
Como um documento vale pouco quando, depois de amanhã
Eu vou pra Boston, e você pra Tijuana

Você me mostrou o proibido
E agora é hora de encontrar o caminho
Você me mostrou o proibido, ei!

Você me mostrou o proibido
E agora é hora de encontrar o caminho
Você me mostrou o proibido

Composição: Melendi, Luca Germini, Andy Clay, Bobby Sierra, Giovel Simon, Jopi