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Às Armas

Melissmell

Aux Armes

C'est la lutte finale
Un combat d'initiés
Sont les perdants qui gagnent
Nos dames émancipées
Les médias sous le roi
Mon peuple articulé
D'un pantin au long bras
Faut pas venir pleurer !

Allons enfants de la patrie
Le jour de gloire est terminé
Entre nous deux, la tyrannie
Sous l'étendard, sang est levé

Entendez vous dans nos campagne,
Mugir nos pauvres, de faim de froid?
Qu'ils viennent jusque dans vos bras,
Pleurer dans nos ville, nos sarcasmes

Aux armes aux armes
Et cætera

Que veut cette horde de militaires
De traîtres et de rois conjurés?
Pour qu'ils nous prennent, quand ils nous traitent
De cons, de braves, de pauvres français!

Quoi? Ces cohortes étrangères
Feraient la lois dans nos foyer?
Quoi? Nos flics, soldats, mercenaires,
Alors qu'on est tous étrangers !

Aux armes aux armes
Et cætera

L'État comprime et la loi triche
L'impôt se rie des malheureux
Nul devoir ne s'impose aux riches
Le droit du pauvre est un mots creux

Des preuves qui se ramassent à l'appel
L'égalité n'existe pas
Pas de droits sans devoirs dit elles
Égaux à la naissance parfois...

Liberté lie bêtes et chérie
Ceux qu'on la tune, n'ont que l'odeur
Amour sacré de la patrie
Et la fraternité se meurt.

Aux armes aux armes
Et cætera

C'est la lutte finale
Un combat d'initiés
Sont les perdants qui gagnent
Nos dames « émancipées »
Les médias sous le rois
Mon peuple articulé
D'un pantin au long bras

Faut pas venir pleurer...

Aux armes aux armes
Et cætera
Faites entrer l'accusé!

Às Armas

É a luta final
Um combate de iniciados
São os perdedores que ganham
Nossas mulheres emancipadas
A mídia sob o rei
Meu povo articulado
De um boneco de braços longos
Não venha chorar!

Vamos, filhos da pátria
O dia da glória acabou
Entre nós dois, a tirania
Sob a bandeira, o sangue é levantado

Você ouve em nossas campanhas,
Mugir nossos pobres, de fome e frio?
Que venham até seus braços,
Chorar em nossas cidades, nossos sarcasmos

Às armas, às armas
E etc.

O que quer essa horda de militares
De traidores e reis conspiradores?
Para que nos peguem, quando nos tratam
De idiotas, de valentes, de pobres franceses!

O que? Essas coortes estrangeiras
Fariam leis em nossos lares?
O que? Nossos policiais, soldados, mercenários,
Enquanto somos todos estrangeiros!

Às armas, às armas
E etc.

O Estado comprime e a lei engana
O imposto ri dos infelizes
Nenhum dever se impõe aos ricos
O direito do pobre é uma palavra vazia

Provas que se acumulam ao chamado
A igualdade não existe
Não há direitos sem deveres, dizem elas
Iguais ao nascer, às vezes...

Liberdade une bestas e queridas
Aqueles que a têm, só têm o cheiro
Amor sagrado da pátria
E a fraternidade está morrendo.

Às armas, às armas
E etc.

É a luta final
Um combate de iniciados
São os perdedores que ganham
Nossas mulheres "emancipadas"
A mídia sob o rei
Meu povo articulado
De um boneco de braços longos

Não venha chorar...

Às armas, às armas
E etc.
Façam entrar o acusado!

Composição: Melissmell / Vassew