395px

A Magra

Mena (MX)

La Flaka

La flaka salió de casa algo triste y pensativa
No sabe lo que le pasa, tiene amigos suficientes que la siguen a la plaza
Más ninguno le pregunta, si llegó bien a casa
No lo hace por ella, hoy lo hace por ellos

Por que sus problemas nunca han sido algo serio
Nadie ha notado que se cortó el cabello
Nadie nota que esta muerta por que no hay sangre en el suelo
Nadie quiere estar contigo es lo que ella escuchaba cuando buscaba un abrigo

Su álbum de recuerdos nunca estuvo tan vacío
Por eso los fantasmas en casa los volvió amigos

La dejaron sola y todo cambió
Le teme a su mente, a su razón
La flor que tenía en su corazón
Se acabó su néctar y se marchitó

La flaka ese día sola caminó
No vale la pena esta vida, pensó
Vino soledad dijo: Aquí estoy yo
Y ahora acompañada fue que ella emuló

Llena de melancolía al mismo tiempo tan vacía
Ni ella sabía que sufría, pero sabía que dolía
Lo que dentro ella sentía es la misma porquería
Justifica su malia mañana será otro día (otro día)

Y si lo será, pero no será diferente
Solo hay ansiedad no convive con la gente
Busca amor y quién comprenda lo que siente
Pero ya dio todo y nunca ha sido suficiente

Será mejor que lo canalices
Es lo que la gente le dice
En su cuarto escucharás [?] grises
Estamos condenados a ser infelices

Quería expresar que algunos la hirieron
Hubo disculpas más no fueron sincero
Lo plasmó con tintero
Descargo el cenicero
Hizo una canción y solo le aplaudieron

La dejaron sola y todo cambió
Le teme a su mente a su razón
La flor que tenía en su corazón
Se acabó su néctar y se marchitó

La flaka ese día sola caminó
No vale la pena esta vida, pensó
Vino soledad dijo: Aquí estoy yo
Y ahora acompañada fue que ella emuló

Y no, no-no
Ya no hay amor, no-no
En su corazón, no-no
A su alrededor, solo se rindió

Todo se opaco, no-no
Solo se esfumó, no-no
Y se abandonó, no-no
Ya no se encontró, aunque se buscó

Esperanza perdió, no-no
Ya no hay amor, no-no
En su corazón, no-no
A su alrededor, solo se rindió

Todo se opaco, no-no
Solo se esfumó, no-no (solo se esfumó)
Y se abandonó, no-no (y se abandonó)
Ya no se encontró, aunque se buscó
Esperanza perdió (a ya)

A Magra

A magra saiu de casa um pouco triste e pensativa
Não sabe o que tá pegando, tem amigos suficientes que a seguem pra praça
Mas ninguém pergunta, se chegou bem em casa
Não faz isso por ela, hoje faz por eles

Porque seus problemas nunca foram nada sério
Ninguém notou que ela cortou o cabelo
Ninguém percebe que ela tá morta porque não tem sangue no chão
Ninguém quer ficar com você, é o que ela ouvia quando buscava um abrigo

Seu álbum de lembranças nunca esteve tão vazio
Por isso os fantasmas em casa se tornaram amigos

A deixaram sozinha e tudo mudou
Tem medo da mente, da razão
A flor que tinha no coração
Acabou seu néctar e murchou

A magra naquele dia sozinha caminhou
Não vale a pena essa vida, pensou
Veio a solidão e disse: Aqui estou eu
E agora acompanhada foi que ela emulou

Cheia de melancolia e ao mesmo tempo tão vazia
Nem ela sabia que sofria, mas sabia que doía
O que dentro dela sentia é a mesma porcaria
Justifica seu mal, amanhã será outro dia (outro dia)

E se será, mas não será diferente
Só há ansiedade, não convive com a gente
Busca amor e quem entenda o que sente
Mas já deu tudo e nunca foi suficiente

É melhor que você canalize
É o que o povo diz
No seu quarto você ouvirá [?] cinzas
Estamos condenados a ser infelizes

Queria expressar que alguns a feriram
Houve desculpas, mas não foram sinceras
Colocou isso no papel
Descarregou o cinzeiro
Fez uma canção e só aplaudiram

A deixaram sozinha e tudo mudou
Tem medo da mente, da razão
A flor que tinha no coração
Acabou seu néctar e murchou

A magra naquele dia sozinha caminhou
Não vale a pena essa vida, pensou
Veio a solidão e disse: Aqui estou eu
E agora acompanhada foi que ela emulou

E não, não-não
Já não há amor, não-não
No seu coração, não-não
Ao seu redor, só se rendeu

Tudo se apagou, não-não
Só se esvaiu, não-não
E se abandonou, não-não
Já não se encontrou, mesmo se buscando

Perdeu a esperança, não-não
Já não há amor, não-não
No seu coração, não-não
Ao seu redor, só se rendeu

Tudo se apagou, não-não
Só se esvaiu, não-não (só se esvaiu)
E se abandonou, não-não (e se abandonou)
Já não se encontrou, mesmo se buscando
Perdeu a esperança (ah já)

Composição: Mena