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Inverno

Menhir

Winter

Winterland, Ausdruck meines ewigen Hasses
Ein heulend, einsamer Geist erfriert mir die Gedanken

Dorthin, dem Nordwind entgegen suche ich
Der Hass treibt mich voran, die Kälte zerfrisst mein Herz

Vergebliches Warten ein Leben lang
Eine schwarze Burg, ein Traum am Tage
Äonen weit entfernt in den ewigen Wäldern
Das Paradies der verlorenen schwarzen Seelen

Die Hände formen das verbotene Zeichen, ich lache über euch
Eine Schar Raben frisst von mir, aber ich bin nicht mehr dort

Grausame Schreie, die Seelen der Erfrorenen
Die Raben warten, aber ich stehe noch

Inverno

Terra do Inverno, expressão do meu ódio eterno
Um espírito uivante e solitário congela meus pensamentos

Pra lá, contra o vento do norte, eu busco
O ódio me impulsiona, o frio devora meu coração

Esperar em vão uma vida inteira
Um castelo negro, um sonho durante o dia
Éons distantes nas florestas eternas
O paraíso das almas negras perdidas

As mãos formam o sinal proibido, eu rio de vocês
Uma matilha de corvos se alimenta de mim, mas eu não estou mais lá

Gritos cruéis, as almas dos congelados
Os corvos esperam, mas eu ainda estou de pé

Composição: