Resistance (On the Side)
Horrible alternations, twisted modifications
Of human existence
Continual fear, belated bitter understanding
Crawl into my mind
I'm stopped by my hands giant heart of the Earth
Stream of life agonize, fill the space by the dead
Secret pain aspire out, turn by pieces my essence,
Cries of rage, cries of hate penetrate through my soul
In confused thoughts I foresee
Sigh of my doomsday
Unknown cursed, hidden threat
I feel in the gloomy space
In my face beast comes,
Perhaps, it's a morbid dream?
Who put this mad thought
To my primitive mind?
Who put sadistic tools
To the disobedience hands?
Maybe it's insanity? It's, obvious, not an illusion -
When the grave adsorbs me?
I resist on the side of the slowly dying mankind,
The mad genius - evil mind
I'm stopped by my hands giant heart of the Earth
Stream of life agonize, fill the space by the dead
Secret pain aspire out, turn by pieces my essence,
Cries of rage, cries of hate penetrate through my soul
Life and death mix in one,
Erase borders between them
I can see far from me
Faces of the different deaths
Their smiles wake up
Ancient fear of the dark
They come, they bring
Torches and release from flesh
Resistência (Ao Lado)
Horríveis alternâncias, modificações distorcidas
Da existência humana
Medo constante, amarga compreensão tardia
Crawling na minha mente
Sou parado pelas mãos, coração gigante da Terra
Fluxo da vida agoniza, preenche o espaço dos mortos
Dor secreta aspira pra fora, despedaça minha essência,
Gritos de raiva, gritos de ódio penetram minha alma
Em pensamentos confusos eu prevejo
Suspiro do meu dia do juízo
Ameaça desconhecida, maldita e oculta
Sinto no espaço sombrio
Na minha frente a besta vem,
Talvez, seja um sonho mórbido?
Quem colocou esse pensamento louco
Na minha mente primitiva?
Quem colocou ferramentas sadistas
Nas mãos da desobediência?
Talvez seja insanidade? É, óbvio, não é uma ilusão -
Quando a cova me absorve?
Eu resisto ao lado da humanidade que está morrendo lentamente,
O gênio louco - mente maligna
Sou parado pelas mãos, coração gigante da Terra
Fluxo da vida agoniza, preenche o espaço dos mortos
Dor secreta aspira pra fora, despedaça minha essência,
Gritos de raiva, gritos de ódio penetram minha alma
Vida e morte se misturam em uma,
Apagam as fronteiras entre elas
Consigo ver longe de mim
Rostos de diferentes mortes
Sorrisos deles despertam
O medo antigo do escuro
Eles vêm, eles trazem
Tochas e libertação da carne