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Caserón de Tejas

Mercedes Sosa

Letra

Significado

Casa de Telhas

Caserón de Tejas

Bairro de Belgrano!Barrio de belgrano!
Casa de telhas!Caseron de tejas!
Você se lembra, irmã,Te acordas, hermana,
Das noites mornasDe las tibias noches
Sobre a calçada?Sobre la vereda?
Quando um trem pertoCuando un tren cercano
Nos deixava velhas,Nos dejaba viejas,
Raras saudadesRaras añoranzas
Sob a suavidadeBajo la templanza
Do roseiral?Suave del rosal?

Tudo foi tão simples!Todo fue tan simple!
Claro como o céu!Claro como el cielo!
Bom como a históriaBueno como el cuento
Que nas doces sestasQue en las dulces siestas
Nos contou o vovô!Nos conto el abuelo!
Quando no pianinhoCuando en el pianito
Da sala escuraDe la sala oscura
Sangrava a puraSangraba la pura
Ternura de um vals.Ternura de un vals.

Reviveu! reviveu!Revivio! revivio!
Nas vozes adormecidas do piano,En las voces dormidas del piano,
E ao feitiço sutil da sua mãoY al conjuro sutil de tu mano
A saia do vovô virá...El faldon del abuelo vendra ...
Chame-o! chame-o!Llamalo! llamalo!
Viveremos a história distanteViviremos el cuento lejano
Que naquela casa de BelgranoQue en aquel caseron de belgrano
Vencendo o arcano nos chama mamãe...Venciendo al arcano nos llama mama ...

Bairro de Belgrano!Barrio de belgrano!
Casa de telhas!Caseron de tejas!
Onde está o poço,Donde esta el aljibe,
Onde estão seus pátios,Donde estan tus patios,
Onde estão suas grades?Donde estan tus rejas?
Você voltará ao piano,Volveras al piano,
Minha irmãzinha velha,Mi hermanita vieja,
E nas melodiasY en las melodias
Viverão os diasViviran los dias
Claros do lar.Claros del hogar.

Seu sorriso, irmã,Tu sonrisa, hermana,
Acolheu meu luto,Cobijo mi duelo,
E como na históriaY como en el cuento
Que nas doces sestasQue en las dulces siestas
Nos contou o vovô,Nos conto el abuelo,
O pianinhoTornara el pianito
Da sala escuraDe la sala oscura
Voltará a sangrar a puraA sangrar la pura
Ternura de um vals...Ternura de un vals ...

Reviveu! reviveu!Revivio! revivio!
Nas vozes adormecidas do piano,En las voces dormidas del piano,
E ao feitiço sutil da sua mãoY al conjuro sutil de tu mano
A saia do vovô virá...El faldon del abuelo vendra ...
Chame-o! chame-o!Llamalo! llamalo!
Viveremos a história distanteViviremos el cuento lejano
Que naquela casa de BelgranoQue en aquel caseron de belgrano
Vencendo o arcano nos chama mamãe...Venciendo al arcano nos llama mama ...

Composição: Cátulo Castillo / Sebastián Piana. Essa informação está errada? Nos avise.

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