Disaster Tourism
Call me outside I'll come running down.
When I satisfied each need invented by my eye
I was a nest by a fox's hole or dirt underneath your boots soles
when I satisfied each need invented by my eye
it was nothing like I'd imagined.
Like cocaine, their green eyes fixed on the television to pass the time
until their two miles of elegant blinds halfway raised for the watching as you walked by
"Look, come to the window
She carries a candle at mid-day while the sun's still so high!"
But you knew better than to pay mind to what to people and the devil say call me outside,
I'll come running down into the vacant, intoxicating night,
call me outside to their haunted streets, their red electric lights,
I'm on the sad side of a nowhere town,
but sister I'm all you got so call me outside,
I'll come running down - Then, not another word.
Turismo de Desastre
Me chama pra fora que eu vou correndo.
Quando eu satisfaço cada desejo inventado pelo meu olhar
Eu era um ninho perto da toca de uma raposa ou da sujeira embaixo das solas dos seus sapatos
quando eu satisfaço cada desejo inventado pelo meu olhar
não era nada do que eu tinha imaginado.
Como cocaína, os olhos verdes deles fixos na televisão pra passar o tempo
até que suas duas milhas de cortinas elegantes levantadas pela metade pra te observar enquanto você passava
"Olha, vem até a janela
Ela carrega uma vela ao meio-dia enquanto o sol ainda tá tão alto!"
Mas você sabia que era melhor não ligar pro que as pessoas e o diabo dizem, me chama pra fora,
eu vou correndo pra essa noite vazia e intoxicante,
me chama pra fora pras ruas assombradas, suas luzes elétricas vermelhas,
eu tô do lado triste de uma cidade sem lugar,
mas irmã, eu sou tudo que você tem, então me chama pra fora,
eu vou correndo - Então, não mais uma palavra.