
La Maladie D'amour
Michel Sardou
A Doença do Amor
La Maladie D'amour
Ela corre, correElle court, elle court
A doença do amorLa maladie d'amour
No coração das criançasDans le cœur des enfants
De sete a 77 anosDe sept à soixante-dix-sept ans
Ela canta, ela cantaElle chante, elle chante
O rio insolenteLa rivière insolente
Que une em sua camaQui unit dans son lit
Cabelos loiros, cabelos grisalhosLes cheveux blonds, les cheveux gris
Ela faz os homens cantarem e crescer o mundoElle fait chanter les hommes et s'agrandir le monde
Faz por vezes sofrer por toda uma vidaElle fait parfois souffrir tout le long d'une vie
Faz chorar as mulheres, faz gritar nas sombrasElle fait pleurer les femmes, elle fait crier dans l'ombre
Mas o mais doloroso é quando a curamosMais le plus douloureux, c'est quand on en guérit
Ela corre, correElle court, elle court
A doença do amorLa maladie d'amour
No coração das criançasDans le cœur des enfants
De sete a 77 anosDe sept à soixante-dix-sept ans
Ela canta, ela cantaElle chante, elle chante
O rio insolenteLa rivière insolente
Que une em sua camaQui unit dans son lit
Cabelos loiros, cabelos cinzentosLes cheveux blonds, les cheveux gris
Ela surpreende a estudante no banco de uma classeElle surprend l'écolière sur le banc d'une classe
Pelo charme inocente de um professor de inglêsPar le charme innocent d'un professeur d'anglais
Ela fulmina na rua o desconhecido que passaElle foudroie dans la rue cet inconnu qui passe
E que não esquecerá mais este perfume que voaEt qui n'oubliera plus ce parfum qui volait
Ela corre, correElle court, elle court
A doença do amorLa maladie d'amour
No coração das criançasDans le cœur des enfants
De sete a 77 anosDe sept à soixante-dix-sept ans
Ela canta, ela cantaElle chante, elle chante
O rio insolenteLa rivière insolente
Unindo na camaQui unit dans son lit
Cabelo louro, cabelos grisalhosLes cheveux blonds, les cheveux gris
Ela corre, correElle court, elle court
A doença do amorLa maladie d'amour
No coração das criançasDans le cœur des enfants
De sete a 77 anosDe sept à soixante-dix-sept ans
Ela canta, ela cantaElle chante, elle chante
O rio insolenteLa rivière insolente
Que une em sua camaQui unit dans son lit
Cabelos loiros, cabelos cinzentosLes cheveux blonds, les cheveux gris
Ela faz os homens cantarem e crescer o mundoElle fait chanter les hommes et s'agrandir le monde
Faz por vezes sofrer por toda uma vidaElle fait parfois souffrir tout le long d'une vie



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