Nocticula In Aeternum/ Of Night Primeval
She comes,
She comes darkest queen behold
Of night primeval and of chaos old
In fear of her grace, all living decay...
Feeds her hunger, fades away...
Her omnipotence eternally sustain
The stars fade off the ethereal plain
By her beuty approach and secret might
All goes out, and all is night
Philosophy that was before
Falls to dust and is no more
No public flame, no light dares shine
No human spark, no glimpse divine
She comes,
She comes darkest queen behold
Of night primeval and of chaos old...
In fear of her grace, all living decay
Feeds her hunger, fades away
Behold thine mighty empire,
Darkness is restored
Light dies before thine uttering word
Thy hand dark mistress, lets the curtain fall
And universal darkness, burn us all...
Then star nor sun shall waken
Nor any change of night
No sound of waters shaken
Nor any sound of sight
No wintry leaves nor vernal
No days nor things diurnal
Only primeval night eternal
Nocticula Em Eternidade/ Da Noite Primordial
Ela vem,
Ela vem, rainha das trevas, veja
Da noite primordial e do caos antigo
Com medo de sua graça, tudo que vive apodrece...
Sacia sua fome, desaparece...
Sua onipotência eternamente sustenta
As estrelas se apagam do plano etéreo
Pela beleza de sua aproximação e poder secreto
Tudo se apaga, e tudo é noite
A filosofia que existia antes
Cai em pó e não é mais
Nenhuma chama pública, nenhuma luz se atreve a brilhar
Nenhuma centelha humana, nenhum vislumbre divino
Ela vem,
Ela vem, rainha das trevas, veja
Da noite primordial e do caos antigo...
Com medo de sua graça, tudo que vive apodrece
Sacia sua fome, desaparece
Veja teu império poderoso,
A escuridão é restaurada
A luz morre diante de tua palavra pronunciada
Tua mão, senhora sombria, deixa a cortina cair
E a escuridão universal, queima todos nós...
Então nem estrela nem sol despertará
Nem qualquer mudança da noite
Nenhum som das águas agitadas
Nem qualquer som à vista
Nem folhas de inverno nem de primavera
Nem dias nem coisas diurnas
Apenas a noite primordial eterna