A La Luz de Los Cocuyos
Ay, amor de mis amores te vengo a cantar mi copla;
ando lleno de ilusiones y quiero besar tu boca.
Quiero decirte cositas que traigo dentro del alma;
pero como son bonitas quiero decirlas con calma.
Yo no sé si vengas tu, yo no sé si vaya yo;
pero has de sentir mis besos y yo he de sentir los tuyos
y hemos de quedarnos presos a la luz de los cocuyos.
Te quiero mirar bonita sin penas y sin orgullos
y quiero echarme en tus brazos a la luz(falsete) de los cocuyos.
Cuantas noches de tu vida habrás pasado conmigo,
contando las estrellitas y solo Dios por testigo;
siempre con la cara al cielo, cobijados por la luna;
contando las estrellitas beso a beso, una por una.
Yo no sé si vengas tu, yo no sé si vaya yo...
Te quiero mirar bonita sin penas y sin orgullos...
À Luz dos Vagalumes
Ai, amor da minha vida, venho te cantar minha canção;
cheio de ilusões, quero beijar sua boca.
Quero te contar coisinhas que guardo na alma;
mas como são tão lindas, quero dizer com calma.
Não sei se você vem, não sei se eu vou;
mas você vai sentir meus beijos e eu vou sentir os seus
e vamos ficar presos à luz dos vagalumes.
Quero te olhar linda, sem tristezas e sem orgulho
e quero me jogar nos seus braços à luz dos vagalumes.
Quantas noites da sua vida você passou comigo,
contando as estrelinhas e só Deus como testemunha;
sempre com o rosto pro céu, cobertos pela lua;
contando as estrelinhas beijo a beijo, uma por uma.
Não sei se você vem, não sei se eu vou...
Quero te olhar linda, sem tristezas e sem orgulho...
Composição: José Alfredo Jiménezi