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O Marinheiro

Miguel Aceves Mejía

El Marinero

Las mujeres en mi vida,
se parecen a las olas,
vienen solas se van solas,
y no regresan jamás.

Vienen solas se van solas,
y no regresan jamás,
Por eso soy marinero,
por eso vivo cantando,
a toditas yo las quiero,
nada mas de vez en cuando.

A la bio a la bao,
alabao sea el marinero,
que navega en muchos mares,
y en ninguno pierde el tiempo.

Soy como los tiburones,
muy dificil de pescar,
porque no en cualquier anzuelo,
me gusta desayunar,
siempre busco los más buenos,
y no me dejo agarrar.

Por eso soy marinero,
por eso vivo cantando,
a toditas yo las quiero,
nada más de vez en cuando.

A la bio a la bao,
alabao sea el marinero,
que navega en muchos mares,
y en ninguno pierde el tiempo.

Cuando como una gallina,
no le quito ni una pluma,
porque asi me las como a todas,
y no recuerdo a ninguna.

El buen tomador de vino,
se lo toma sin espuma,
por eso soy marinero,
por eso vivo cantando,
a toditas yo las quiero,
nada más de vez en cuando.

A la bio a la bao,
alabao sea el marinero,
que navega en muchos mares,
y en ninguno pierde el tiempo.

O Marinheiro

As mulheres na minha vida,
se parecem com as ondas,
vêm sozinhas, vão sozinhas,
e nunca voltam mais.

Vêm sozinhas, vão sozinhas,
e nunca voltam mais,
Por isso sou marinheiro,
por isso vivo cantando,
a todas eu as quero,
nada mais de vez em quando.

A lá bio, a lá bao,
alabado seja o marinheiro,
que navega em muitos mares,
e em nenhum perde tempo.

Sou como os tubarões,
muito difícil de pescar,
porque não em qualquer anzol,
me agrada tomar café da manhã,
sempre busco os melhores,
e não me deixo pegar.

Por isso sou marinheiro,
por isso vivo cantando,
a todas eu as quero,
nada mais de vez em quando.

A lá bio, a lá bao,
alabado seja o marinheiro,
que navega em muitos mares,
e em nenhum perde tempo.

Quando como uma galinha,
não tiro nem uma pena,
porque assim como todas,
e não lembro de nenhuma.

O bom bebedor de vinho,
toma sem espuma,
por isso sou marinheiro,
por isso vivo cantando,
a todas eu as quero,
nada mais de vez em quando.

A lá bio, a lá bao,
alabado seja o marinheiro,
que navega em muitos mares,
e em nenhum perde tempo.

Composição: Victor M. Mato