Hola, Otra Vez
Hola, otra vez, me pregunto
Si aún quieres saber
Algo de este extraño
Que aún no conoces...
Quizás no sé más que tu nombre
Y que la edad nos da igual
Si queremos hablar un segundo
Hola, otra vez, ¿sigues ahí?
O ¿ya te has ido?
Cómo te encontraré
Cuando un día hayas huído
O cambiado de nombre
Me enseñaste tan poquito...
Suficiente para saber
Que eres tú, uh..
Lo que yo necesito
Y aunque te he echado a patadas
De mi casa y de mi vida
Huyendo del sello
Que borrar yo no podría
Aunque otros sí lo olviden
Viviendo sobre una mentira...
Y hola, otra vez, me pregunto
Qué vas a hacer
Quizás colgar de repente...
O dar media vuelta
O reirte de mi nombre
De mí sabes tan poquito...
Suficiente para dar una excusa
Y dejarme más allá de tu puerta
Dejando crecer
Entre los dos la mala hierba
Olvidando nuestros nombres
Para entonces, tal vez sí....
Empezarlo todo de nuevo
Pero los dos sabemos
Que esto no es ningún cuento
Y aunque te he echado a patadas
De mi casa y de mi vida
Rechazando la mano
Sin la cual yo me hundiría
Que otros jamás pedirían
Viviendo sobre una mentira
(solo)
Aunque te he echado a patadas, de mi casa y de mi vida
Huyendo del sello
Que borrar yo no podría
Aunque otros sí, lo olviden
Viviendo sobre una mentira...
No olvidaré que te quería
No olvidarás que te quería
Oi, de Novo
Oi, de novo, me pergunto
Se ainda quer saber
Algo desse estranho
Que você ainda não conhece...
Talvez eu não saiba mais que seu nome
E que a idade não importa pra nós
Se quisermos conversar um segundo
Oi, de novo, você ainda tá aí?
Ou já foi embora?
Como vou te encontrar
Quando um dia você tiver fugido
Ou mudado de nome
Você me ensinou tão pouco...
Suficiente pra saber
Que é você, uh...
O que eu preciso
E mesmo que eu tenha te chutado
Da minha casa e da minha vida
Fugindo do selo
Que eu não poderia apagar
Embora outros esqueçam
Vivendo sobre uma mentira...
E oi, de novo, me pergunto
O que você vai fazer
Talvez desligar de repente...
Ou dar meia volta
Ou rir do meu nome
De mim você sabe tão pouco...
Suficiente pra dar uma desculpa
E me deixar além da sua porta
Deixando crescer
Entre nós a erva daninha
Esquecendo nossos nomes
Pra então, talvez sim...
Começar tudo de novo
Mas nós dois sabemos
Que isso não é nenhum conto
E mesmo que eu tenha te chutado
Da minha casa e da minha vida
Rejeitando a mão
Sem a qual eu afundaria
Que outros jamais pediriam
Vivendo sobre uma mentira
(só)
Embora eu tenha te chutado, da minha casa e da minha vida
Fugindo do selo
Que eu não poderia apagar
Embora outros sim, esqueçam
Vivendo sobre uma mentira...
Não vou esquecer que eu te amava
Você não vai esquecer que eu te amava