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O Revolucionário

Miguel Cejas

El Revolucionario

Nunca, nunca jamás en la vida
Aunque pasen y pasen los años
Dejará de contarse la historia
De aquel joven revolucionario
Qué valiente ganó la batalla
Terminando en la cruz del calvario

Él peleó sin cuartel y sin armas
Por defensa llevó su palabra
Valeroso siempre fue adelante
Al rival nunca le dio la espalda
Coronándose rey de los reyes
En aquella gloriosa mañana

Cuando niño fue muy admirado
Y de grande también respetado
Con dominio reprende a los vientos
A su voz se detienen los mares
No le teme ni a la misma muerte
Sean dominios o sean potestades

Gente pobre fueron sus amigos
Y los reyes fueron sus contrarios
En los montes pasaba las noches
Por su pueblo lo vieron llorando
Fue deseado de todos los buenos
El azote de todos los malos

Dijo Juan el apóstol amado
Refiriéndose en su comentario
Que ni en todos los libros del mundo
Se podría descifrar su pasado
Porque muchas fueron las hazañas
De aquel joven revolucionario

Cuando niño fue muy admirado
Y de grande también respetado
Con dominio reprende a los vientos
A su voz se detienen los mares
No le teme ni a la misma muerte
Sean dominios o sean potestades

O Revolucionário

Nunca, nunca na vida
Mesmo que passem e passem os anos
Deixará de ser contada a história
Desse jovem revolucionário
Que valente ganhou a batalha
Terminando na cruz do calvário

Ele lutou sem trégua e sem armas
Por defesa levou sua palavra
Valeroso sempre foi pra frente
Nunca deu as costas pro rival
Coronando-se rei dos reis
Naquela manhã gloriosa

Quando criança foi muito admirado
E quando cresceu também respeitado
Com domínio reprende os ventos
A sua voz faz os mares pararem
Não teme nem à própria morte
Sejam domínios ou sejam potestades

Gente pobre foram seus amigos
E os reis foram seus adversários
Nas montanhas passava as noites
Por seu povo o viram chorando
Foi desejado por todos os bons
O castigo de todos os maus

Disse João, o apóstolo amado
Referindo-se em seu comentário
Que nem em todos os livros do mundo
Se poderia decifrar seu passado
Porque muitas foram as façanhas
Desse jovem revolucionário

Quando criança foi muito admirado
E quando cresceu também respeitado
Com domínio reprende os ventos
A sua voz faz os mares pararem
Não teme nem à própria morte
Sejam domínios ou sejam potestades