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Sukuna, Rei de Mais Maldições

Miki Martz

Sukuna, Rey de Más Maldiciones

En la Era Heian, nadie podía tocarme
Mi nombre era juicio, sentencia y final
Para vencer, me sellaron en veinte
Objetos Malditos de Grado Especial

Sukuna, Rey de las Maldiciones
Mi risa parte el firmamento en dos
No hay plegarias, no hay redenciones
Cuando mi dominio despierta su voz
Sukuna, trono de destrucciones
La muerte me llama Señor
Cae el mundo sin explicaciones
Porque yo soy La Maldición

Un chico me lleva bajo su piel
Jaula de carne, latido ajeno
Pero incluso encadenado a su ser
Sigo siendo el dueño del terreno

Mahoraga giraba su rueda
Él buscaba adaptarse otra vez
Pero incluso su adaptación
Tiene un límite frente a mi gran poder

Sukuna, Rey de las Maldiciones
Mi risa parte el firmamento en dos
No hay plegarias, no hay redenciones
Cuando mi dominio despierta su voz
Sukuna, trono de destrucciones
La muerte me llama Señor
Cae el mundo sin explicaciones
Porque yo soy La Maldición

Abre el Santuario, que tiemble el suelo
Ryōiki Tenkai, mi reino del miedo
Corta la realidad, quiebra la fe
Si me miras de frente, arrodíllate

Sukuna, Rey de las Maldiciones
Mi risa parte el firmamento en dos
No hay plegarias, no hay redenciones
Cuando mi dominio despierta su voz
Sukuna, trono de destrucciones
La muerte me llama Señor
Cae el mundo sin explicaciones
Porque yo soy La Maldición

Sukuna, Rei de Mais Maldições

Na Era Heian, ninguém podia me tocar
Meu nome era juízo, sentença e fim
Pra vencer, me selaram em vinte
Objetos Malditos de Grau Especial

Sukuna, Rei das Maldições
Minha risada parte o céu ao meio
Não há orações, não há redenções
Quando meu domínio desperta sua voz
Sukuna, trono de destruições
A morte me chama, Senhor
O mundo cai sem explicações
Porque eu sou A Maldição

Um garoto me leva sob sua pele
Gaiola de carne, batida alheia
Mas mesmo acorrentado ao seu ser
Continuo sendo o dono do terreno

Mahoraga girava sua roda
Ele tentava se adaptar de novo
Mas até mesmo sua adaptação
Tem um limite diante do meu grande poder

Sukuna, Rei das Maldições
Minha risada parte o céu ao meio
Não há orações, não há redenções
Quando meu domínio desperta sua voz
Sukuna, trono de destruições
A morte me chama, Senhor
O mundo cai sem explicações
Porque eu sou A Maldição

Abre o Santuário, que o chão trema
Ryōiki Tenkai, meu reino do medo
Corta a realidade, quebra a fé
Se me olhar de frente, se ajoelhe

Sukuna, Rei das Maldições
Minha risada parte o céu ao meio
Não há orações, não há redenções
Quando meu domínio desperta sua voz
Sukuna, trono de destruições
A morte me chama, Senhor
O mundo cai sem explicações
Porque eu sou A Maldição

Composição: Miki Martz