The Banner to The Sick
The circuitry was programmed to say
that the combat boots are worn down and brave.
But the ones whose feet will fit right inside
play the mitten on another's hand.
And the mitten to the boot could tell:
"We are so pedestrian."
So we throw the stone to counter what's sewn.
We won't breathe. We won't sing.
We won't say those things we mean.
Pedestrian will come out to say that
the sick will start to die off in herds.
Scholastic statues of the unheard.
Empty banners for lost words.
And the banner to the sick will show
that our stitches sew tomorrow.
So we throw the stone
to counter what's sewn.
We won't breathe and we won't sing.
We won't say those things we mean.
A Bandeira dos Doentes
A fiação foi programada pra dizer
que as botas de combate estão desgastadas e corajosas.
Mas aqueles cujos pés cabem direitinho
brincam de luva na mão do outro.
E a luva pra bota poderia dizer:
"Nós somos tão comuns."
Então jogamos a pedra pra contrariar o que foi costurado.
Não vamos respirar. Não vamos cantar.
Não vamos dizer aquelas coisas que realmente queremos.
O comum vai sair pra dizer que
o doente vai começar a morrer em bandos.
Estátuas acadêmicas dos não ouvidos.
Bandeiras vazias para palavras perdidas.
E a bandeira dos doentes vai mostrar
que nossos pontos costuram o amanhã.
Então jogamos a pedra
pra contrariar o que foi costurado.
Não vamos respirar e não vamos cantar.
Não vamos dizer aquelas coisas que realmente queremos.