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Aar-Har-Karaz

Minas Morgul

Aar-Har-Karaz

Die Zeit vergeht, nichts hält sie auf..., wie nimmt das Schicksal seinen Lauf, es vergeht der Schmerz...

Die Zeit vergeht, nichts hält sie auf..., wie nimmt das Schicksal seinen Lauf, es vergeht der Schmerz...

Ein dunkler Lebensquell der in uns ruht, milchig weiße Sterne funkeln, sehend, gierend stierend, jubilierend, triumphierend!

Blauschwarz schimmert die Nacht im Pelz des Raben, sein Nasenhorn hackt fette Stücke, Rattenfleisch, aus einer Lücke im Gefieder der Pest...

Die anmutig und schön den faulen Bruder Tod verschenkt, das Leben nur geborgt Freiheit, nur Zeit die Traum, die Raum zum Träumen ist...

Du musst nur etwas bluten, nur etwas bluten musst du, nur etwas bluten

Leben ist geborgte Freiheit, bis hin zur Freiheit.

Nur etwas bluten

Nur etwas bluten

Aar-Har-Karaz

O tempo passa, nada o detém..., como o destino se desenrola, a dor se vai...

O tempo passa, nada o detém..., como o destino se desenrola, a dor se vai...

Uma fonte obscura de vida que repousa em nós, estrelas brancas e leitosas brilham, vendo, desejando, encarando, celebrando, triunfando!

A noite brilha em azul e preto na pele do corvo, seu bico arranca pedaços gordos, carne de rato, de uma fenda nas penas da peste...

Aquela que graciosamente e bela oferece ao irmão morto, a vida é apenas emprestada, liberdade, apenas tempo, o sonho, que é espaço para sonhar...

Você só precisa sangrar um pouco, só um pouco você precisa sangrar, só um pouco sangrar

A vida é liberdade emprestada, até a liberdade.

Só um pouco sangrar

Só um pouco sangrar

Composição: