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Ein Meyster des Blutes
Minas Morgul
Ein Meyster des Blutes
Ich sehe Ebenen von Staub und Seen von rotem Blute
Und Türme ganz aus Eisen, mit Spießen gut bewehrt,
Von Feuer ist die Luft, voll heißem Dampf und Schwefeldunst.
Hügel gebleicht vom Winde, gebleichte Knochen, Schädel grinsend,
Totes Fleisch verwesend aller Orten, ein einzig Schlachtfeld dieser Platz.
Die Herren des Schlachtfelds, mit eisernen Laybern,
Die Knechte des Krieges, so hungernd nach Morden,
Schlachthunde geifernd, sie spüren das Schlachten,
Maschinen verrichten ihr grausiges Werk.
REF.
Ein Meister des Blutes! Es bebt unter den Schritten, die Erde gepeinigt und sterbend!
Er schreitet und gleitet, mit seinem Schwert, durch lebende Layber! Ein finsteres Monster aus Eisen und lebendem Stahl!
Ein Meister des Blutes! Es bebt unter den Schritten, die Erde gepeinigt und sterbend!
Meines Blutes Stimme ruft mich in den Wald zum Layberreißen, fletsch die Zähne wie der Wolf, bevor er kommt die Geißlein beißen!
Maschinen speien Feuer, Eisen und Tod,
Klingen zerschneiden das lebende Fleisch,
In Seen von rotem Blute baden die Krieger,
Die Hölle auf Erden, lebender Wahnsinn.
Maschinerien des Todes- es drehen sich die Räder! Eiserne Streitwagen- ziehen ins Feld! Stählerne Rösser- speien Feuer, von den Nüstern Rauch!
REF.
Ein Meister des Blutes! Es bebt unter den Schritten, die Erde gepeinigt und sterbend!
Er schreitet und gleitet, mit seinem Schwert, durch lebende Layber! Ein finsteres Monster aus Eisen und lebendem Stahl!
Ein Meister des Blutes! Es bebt unter den Schritten, die Erde gepeinigt und sterbend!
Meines Blutes Stimme ruft mich in den Wald zum Layberreißen, fletsch die Zähne wie der Wolf, bevor er kommt die Geißlein beißen!
Um Mestre do Sangue
Vejo planícies de poeira e lagos de sangue vermelho
E torres feitas de ferro, bem armadas com lanças,
O ar é de fogo, cheio de vapor quente e fumaça de enxofre.
Colinas desbotadas pelo vento, ossos branquíssimos, crânios sorridentes,
Carne podre apodrecendo por toda parte, um único campo de batalha neste lugar.
Os senhores do campo de batalha, com armaduras de ferro,
Os servos da guerra, tão famintos por mortes,
Cães de guerra babando, sentem o cheiro da matança,
Máquinas realizando seu trabalho horrendo.
REF.
Um mestre do sangue! A terra treme sob os passos, atormentada e morrendo!
Ele avança e desliza, com sua espada, por entre os corpos vivos! Um monstro sombrio de ferro e aço vivo!
Um mestre do sangue! A terra treme sob os passos, atormentada e morrendo!
A voz do meu sangue me chama para a floresta para despedaçar, mostrando os dentes como o lobo, antes de vir morder os cabritinhos!
Máquinas cuspindo fogo, ferro e morte,
Lâminas cortando a carne viva,
Em lagos de sangue vermelho se banham os guerreiros,
O inferno na terra, loucura viva.
Máquinas da morte - as rodas giram! Carros de guerra de ferro - avançam para o campo! Cavalos de aço - cuspindo fogo, com fumaça saindo das narinas!
REF.
Um mestre do sangue! A terra treme sob os passos, atormentada e morrendo!
Ele avança e desliza, com sua espada, por entre os corpos vivos! Um monstro sombrio de ferro e aço vivo!
Um mestre do sangue! A terra treme sob os passos, atormentada e morrendo!
A voz do meu sangue me chama para a floresta para despedaçar, mostrando os dentes como o lobo, antes de vir morder os cabritinhos!



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