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Tag/Monólito da Morte

Minas Morgul

Tag/Monolithen des Todes

Fresst Stahl!

Schwarz die Zeit, noch finsterer der Ort- Blindheit, die sich durch die Seele schlich.
Gebrechliche Stimmen, ohne Anmut, ohne Glanz- die Leere meines Seins erfüllten.

Wahrheit durchdrang die Leere der Gedanken, mächtig wie der Sturm auf offener See, doch noch gewaltiger der Donner, als, aus dem Geiste fliehend, Unheil stürzte, Blindheit sichtbar ward, die Stimmen verstummten- in Flammen stand die Lüge!

Einst erwacht, aus scheinbar- unendlichem Tode, lag am Boden und spürte, die Hand die mein Herz ergriff.
Einst erwacht, aus scheinbar- unendlichem Tode, lag am Boden und spürte, die Hand die mein Herz ergriff.

Greller Schein, umwand mich Stolz- rein der Weg, den ich beschreiten sollt, zu einem Volke meinesgleichen...

Tag/Monólito da Morte

Comam Aço!

Preto o tempo, mais escuro o lugar - cegueira que se arrastava pela alma.
Vozes frágeis, sem graça, sem brilho - o vazio do meu ser se preenchia.

A verdade atravessou o vazio dos pensamentos, poderosa como a tempestade em mar aberto, mas ainda mais forte o trovão, quando, fugindo do espírito, o mal desabou, a cegueira se tornou visível, as vozes se calaram - em chamas estava a mentira!

Uma vez desperto, de uma morte aparentemente infinita, caí no chão e senti, a mão que agarrou meu coração.
Uma vez desperto, de uma morte aparentemente infinita, caí no chão e senti, a mão que agarrou meu coração.

Um brilho intenso, me cercou de orgulho - puro o caminho que eu deveria trilhar, rumo a um povo como eu...

Composição: