Sahara In An Hourglass
Patience my heart
Don’t rush in
Let this hunger forsake
All that evil that waits courageous
Her body is the temple
I must enter
As an armoured poet crawling under the wires left by her
Say, you can hear them
Black doves sing for you
As the rhythm starts again
Drums awake these tombs
Resurrection for the dead
A Creole distant gloom
You can never own me
Like you own the desert
You can never burn me
As if you where the sun
You will never possess me like your own
Sahara in an hourglass
Reason with me (contradictions again)
Humor me
If it’s dry as this ink, made by queens for their kings, heads will roll
Frozen by words (No answer so cold)
Howling winds (heading north)
A creation supreme for the blind and the week, pyramid
Say, you can hear them
Black doves sing for you
As the rhythm starts again
Drums awake these tombs
Resurrection for the dead
A Creole distant gloom
You can never own me
Like you own the desert
You can never burn me
As if you where the sun
You will never possess me like your own
Sahara in an hourglass
What if redemption was an art for the damned
The opposite reflection showing us our true sense
You can never own me… (I can’t carry this weight)
You can never burn me… (It’s too heavy for me, I’ve seen too much)
Sahara, Sahara, Sahara... you dry my eyes
In an hourglass
Sahara em uma Ampulheta
Paciência, meu coração
Não se apresse
Deixe essa fome desistir
De todo o mal que espera corajoso
O corpo dela é o templo
Eu devo entrar
Como um poeta blindado rastejando sob os fios deixados por ela
Diga, você pode ouvi-los
Pombas negras cantam pra você
Enquanto o ritmo começa de novo
Tambores despertam esses túmulos
Ressurreição para os mortos
Uma escuridão crioula distante
Você nunca poderá me possuir
Como você possui o deserto
Você nunca poderá me queimar
Como se você fosse o sol
Você nunca me terá como seu próprio
Sahara em uma ampulheta
Raciocine comigo (contradições de novo)
Faça-me rir
Se for seco como essa tinta, feita por rainhas para seus reis, cabeças vão rolar
Congelado por palavras (Nenhuma resposta tão fria)
Ventos uivantes (indo pro norte)
Uma criação suprema para os cegos e os fracos, pirâmide
Diga, você pode ouvi-los
Pombas negras cantam pra você
Enquanto o ritmo começa de novo
Tambores despertam esses túmulos
Ressurreição para os mortos
Uma escuridão crioula distante
Você nunca poderá me possuir
Como você possui o deserto
Você nunca poderá me queimar
Como se você fosse o sol
Você nunca me terá como seu próprio
Sahara em uma ampulheta
E se a redenção fosse uma arte para os condenados
O reflexo oposto nos mostrando nosso verdadeiro sentido
Você nunca poderá me possuir... (Eu não consigo carregar esse peso)
Você nunca poderá me queimar... (É pesado demais pra mim, eu já vi demais)
Sahara, Sahara, Sahara... você seca meus olhos
Em uma ampulheta