Rosa Negra
Que triste es,
el encontrar,
una rosa negra, partida por la mitad.
La recogi,
sus partes junte,
con el calor de mi halo , de la muerte la salve.
Sin embargo habia de apretarla, fuerte en mis manos,
pues de lo contrario,
los trozos no soldarian ,
jamas.
Pero la ignorancia es atrevida,
y por un momento pense,
que la muerte se olvidaria,
que esto adelante saldria..
La plante en mi corazon,
la regue con mis lagrimas de amor,
la abone con millones de sueños,
fumigue sus penas con mis besos,
pode su pasado cruento,
y al intentar trasplantarla, se volvio a romper en dos....
Y cuanto mas,
la pude apretar,
mas se clavaban ,sus espinas en mi piel.
Dificil es, el soportar,
tanto dolor, pero quise continuar,
confiar,
que detras de aquel sufrimiento,
no estaba el destino,
que de nuevo mi sombra queria... Pisotear.
La esperanza se volvio hiel,
cuando las heridas no dejaban de brotar,
y mi alma...
Se desangro de deseo.
Deseo que suplia la amargura anterior,
y mis lagrimas, se oscurecieron solas,
y ya no quedaba nada,ni siquiera la esperanza,
ni siquiera la verdad de la razon.
Un ultimo corte,
no pude aguantar,
todos mis dedos se abrieron a la vez,
dejando caer,
y en pedazos romper,
la cristalina superficie de su piel.
Y ese viento que arrastra al olvido,
lo disperso todo,
y esa yerma promesa de un latido,
tristemente perecio.
Rosa Negra
Que triste é,
encontrar,
uma rosa negra, partida ao meio.
A peguei,
juntei suas partes,
com o calor do meu halo, da morte a salvei.
No entanto, eu tinha que apertá-la, forte nas minhas mãos,
pois, caso contrário,
os pedaços não se uniriam,
nunca.
Mas a ignorância é ousada,
e por um momento pensei,
que a morte se esqueceria,
que isso seguiria adiante...
A plantei no meu coração,
reguei com minhas lágrimas de amor,
adubei com milhões de sonhos,
fumiguei suas dores com meus beijos,
podando seu passado cruel,
e ao tentar transplantá-la, ela se quebrou em dois de novo...
E quanto mais,
eu a apertava,
mais suas espinhas se cravavam na minha pele.
Difícil é, suportar,
tanto dor, mas quis continuar,
confiar,
que por trás daquele sofrimento,
não estava o destino,
que de novo minha sombra queria... pisotear.
A esperança se tornou fel,
quando as feridas não paravam de brotar,
e minha alma...
se desangrou de desejo.
Desejo que supria a amargura anterior,
e minhas lágrimas, se escureceram sozinhas,
e já não restava nada, nem mesmo a esperança,
nem mesmo a verdade da razão.
Um último corte,
não consegui aguentar,
todos os meus dedos se abriram ao mesmo tempo,
deixando cair,
e em pedaços romper,
a superfície cristalina de sua pele.
E aquele vento que arrasta ao esquecimento,
dispersou tudo,
e aquela estéril promessa de um batimento,
tristemente pereceu.