Butcher Vanity
Dicen que tengo un problema
Que mi hambre debo controlar
Dicen que es inevitable
Si veo un plato lo he de degustar
Adoran a la paciencia
La gula es un pecado más
Pero mi hambre no sacia
Pues quiero cortarte y comerte hasta hartar
¡Matanza!
Amaria verte deshacer
Insatisfecha hasta que pueda desgarrate
Así que ven, pruébate, qué delicia
Sabe bien, soy carnicero buscando comer
Podría atarte en mil patrones
¡Oh! Y luego tu carne aderezar
Hacer de ti buenas porciones
Para servir un postre singular
¿Por qué profanaría un muerto?
¿Por que lo he de desperdiciar
Amor es lo que guia mi cuchillo
Pues tu hermosos rostro en pánico he de capturar
Matanza sangre tan divina y celestial
Preparó cada carne bien para cenar
Voy a elevar, a probar este amor tan especial
A su tiempo os voy a devorar
Que arte aórtico es tu corazón
Mi amor, mi daga con la que te corto
Así que ven, pruébate, que delicia
Sabe bien, soy carnicero que busca comer
Quiero romper tu tendón
Quedarme en tu interior
No perdonarte rigor mortis, moho y hongos
Pero es que debes agradecer
Que no se vaya a perder
Cualquier plato
Mi amor es un corte limpio
Quiero romper tu tendón
Quedarme en tu interior
Cicatrizar con tu tejido y así rectificar
Voy a ser tu eucaristía
No quiero más cuchillos, tenedores
Voy a usar mis manos, dientes
¡A morder!
¡Matanza!
Amaria verte deshacer
Insatisfecha hasta que pueda desgarrarse
Así que ven pruébate, que delicia
Sabe bien, soy carnicero buscando comer
Más matanza
Amor bajo daga vas a estar
Tu orgullo rompo con un corte tan profundo
Veo en sesenta y tres que hambre he de tener
Impaciente por ti, esperare
Que arte aórtico es tu corazón
Mi amor, mi daga con la que te corto
Así que ven, pruébate, que delicia
Sabe bien soy carnicero buscando comer
Y aunque es en vano
Por ti rezare
Vaidade do Açougueiro
Dizem que eu tenho um problema
Que minha fome eu devo controlar
Dizem que é inevitável
Se vejo um prato, eu vou degustar
Adoram a paciência
A gula é um pecado a mais
Mas minha fome não sacia
Pois quero te cortar e comer até me fartar
¡Matanza!
Adoraria te ver se desfazendo
Insatisfeito até que eu possa te rasgar
Então vem, prove, que delícia
Sabe bem, sou açougueiro buscando comer
Poderia te amarrar em mil padrões
¡Oh! E depois temperar sua carne
Fazer de você boas porções
Para servir uma sobremesa singular
Por que profanaria um morto?
Por que eu vou desperdiçar?
Amor é o que guia minha faca
Pois seu lindo rosto em pânico eu vou capturar
Matanza, sangue tão divino e celestial
Preparei cada carne bem para o jantar
Vou elevar, provar esse amor tão especial
A seu tempo eu vou devorar
Que arte aórtica é seu coração
Meu amor, minha faca com a qual te corto
Então vem, prove, que delícia
Sabe bem, sou açougueiro que busca comer
Quero romper seu tendão
Ficar dentro de você
Não vou te perdoar rigor mortis, mofo e fungos
Mas é que você deve agradecer
Que não vai se perder
Qualquer prato
Meu amor é um corte limpo
Quero romper seu tendão
Ficar dentro de você
Cicatrizar com seu tecido e assim retificar
Vou ser sua eucaristia
Não quero mais facas, garfos
Vou usar minhas mãos, dentes
¡A morder!
¡Matanza!
Adoraria te ver se desfazendo
Insatisfeito até que eu possa te rasgar
Então vem, prove, que delícia
Sabe bem, sou açougueiro buscando comer
Mais matanza
Amor sob a faca você vai estar
Seu orgulho eu quebro com um corte tão profundo
Vejo em sessenta e três que fome eu vou ter
Impaciente por você, eu vou esperar
Que arte aórtica é seu coração
Meu amor, minha faca com a qual te corto
Então vem, prove, que delícia
Sabe bem, sou açougueiro buscando comer
E embora seja em vão
Por você eu vou rezar