Gargantuan Decline
Nothing can cheer me
I am like the king of a rainy land,
Wealthy but impotent, moribond and senile.
Nothing can cheer me
Even the sage alchemist who no longer smoothes my gold,
Nor my subjects who come to die beneath the balcony.
Nothing can cheer me
I am like the king of a rainy land,
Wealthy but impotent, moribond and senile.
I'm the dissonant chord in the divine symphony,
Condemned to eternal chants but unable to sing.
Gargantuan decline
Gargantuan decline
I shed a darkness sadder than nights are
Detestable silent child, hurl a horrible howl
Chamber of eternal mourning vibrant with old agony
Hear the bitter laughter of the whale.
Prince of exile, to whom injustice has been done
In your defeat arise more firm.
Nothing can cheer me
Even the sage alchemist who no longer smoothes my gold,
Nor my subjects who come to die beneath the balcony.
Vampire of my own heart
Kisses alive mortuary chrysalids
Gargantuan decline
Gargantuan decline
Prince of exile, implant in hearts the cult of wounds
Soaring aloft the like a second sun.
Prince of exile, to whom harm has been done,
Enable the lotus bloom.
Declínio Gargantuesco
Nada pode me alegrar
Sou como o rei de uma terra chuvosa,
Rico, mas impotente, moribundo e senil.
Nada pode me alegrar
Nem mesmo o sábio alquimista que não poliu mais meu ouro,
Nem meus súditos que vêm morrer sob a sacada.
Nada pode me alegrar
Sou como o rei de uma terra chuvosa,
Rico, mas impotente, moribundo e senil.
Sou o acorde dissonante na sinfonia divina,
Condenado a cânticos eternos, mas incapaz de cantar.
Declínio gargantuesco
Declínio gargantuesco
Eu derramo uma escuridão mais triste que as noites
Detestável criança silenciosa, solta um uivo horrível
Câmara de luto eterno vibrante com a velha agonia
Ouça a risada amarga da baleia.
Príncipe do exílio, a quem foi feita injustiça
Em sua derrota, levante-se mais firme.
Nada pode me alegrar
Nem mesmo o sábio alquimista que não poliu mais meu ouro,
Nem meus súditos que vêm morrer sob a sacada.
Vampiro do meu próprio coração
Beijos vivos de crisálidas mortuárias
Declínio gargantuesco
Declínio gargantuesco
Príncipe do exílio, implante nos corações o culto das feridas
Elevando-se como um segundo sol.
Príncipe do exílio, a quem foi feito mal,
Permita que o lótus floresça.