Mylène
As in a poem of Lewis Carrol
Mylène's mournful life drifts away... away, so far away
Anguish plants its subtle anger
Like a paranoid mind's depression
Watch the hollow of my life, when it's empty of sin,
That even the sun cannot illuminate.
Oh, night without stars and half hidden moon
Veil the prelude of my miscarried suicide !
Suicide
Melancholic
Ecstasy
Misanthropic
Sensuality
She smiles on the divan and let herself be loved
Ecstasy
Sensuality
Melancholy collapses on humanity
Triumphant splendour of Misanthropy
Completely naked Mylène was lying on white marble
She sings in sweet violence
Mankind's downfall love romance.
Her sex covered with blood,
Seduced by De Sade's son,
Queen of melancholy.
Worship Mylène's misanthropy.
Scourge me Goddess of hate !
On my knees as a loyal slave...
Ecstasy
Sensuality
Melancholy collapses on humanity
Triumphant splendour of Misanthropy
Complètement nue Mylène git sur le marbre blanc.
Don't let my spirit fall in love
And pretend to a tomorrow
Tonight, close your almond eyes
Entwined between your breasts.
Let only the sadness
Whip your devilish body
I ceased to hope
Abandon me, as a prey to evil, a tarnished soul.
Melancholy
Misanthropy
Melancholy collapses on humanity
Triumphant splendour of Misanthropy
Wantonness gave a new born charm to her rippling.
She sings in sweet violence
Mankind's downfall love romance.
Her sex covered with blood,
Seduced by De Sade's son,
Queen of melancholy.
Worship Mylène's misanthropy.
Scourge me Goddess of hate !
I'm your loyal lover... Mistress.
Mylène
Como em um poema de Lewis Carrol
A vida triste de Mylène se vai... vai, tão longe vai
A angústia planta sua raiva sutil
Como a depressão de uma mente paranoica
Veja o vazio da minha vida, quando está sem pecado,
Que nem mesmo o sol consegue iluminar.
Oh, noite sem estrelas e lua meio escondida
Vela o prelúdio do meu suicídio mal sucedido!
Suicídio
Melancólica
Êxtase
Misantropia
Sensualidade
Ela sorri no divã e se deixa amar
Êxtase
Sensualidade
A melancolia desaba sobre a humanidade
Esplendor triunfante da Misantropia
Completamente nua, Mylène jazia sobre o mármore branco
Ela canta em doce violência
A história de amor da queda da humanidade.
Seu sexo coberto de sangue,
Seduzida pelo filho de De Sade,
Rainha da melancolia.
Adore a misantropia de Mylène.
Flagela-me, Deusa do ódio!
De joelhos como um escravo leal...
Êxtase
Sensualidade
A melancolia desaba sobre a humanidade
Esplendor triunfante da Misantropia
Completamente nua, Mylène jazia sobre o mármore branco.
Não deixe meu espírito se apaixonar
E fingir um amanhã
Esta noite, feche seus olhos amendoados
Entrelaçados entre seus seios.
Deixe apenas a tristeza
Chicotar seu corpo diabólico
Cessei de ter esperança
Abandone-me, como uma presa do mal, uma alma manchada.
Melancolia
Misantropia
A melancolia desaba sobre a humanidade
Esplendor triunfante da Misantropia
A lascívia deu um novo charme ao seu corpo ondulante.
Ela canta em doce violência
A história de amor da queda da humanidade.
Seu sexo coberto de sangue,
Seduzida pelo filho de De Sade,
Rainha da melancolia.
Adore a misantropia de Mylène.
Flagela-me, Deusa do ódio!
Sou seu amante leal... Mestra.