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Combatente Sem Sepultura

Misanthrope

Combattant Sans Sépulture

Combattant rugissant au travers d'un prisme
Oh farouche océan, esprit du temps

Combattant sans sépulture
Eclatant désespoir de notre inspiration
Poussière de véhémence
Mélant la vérité au rêve

Combattant errant au travers d'un prisme
Vaste miroir égaré du néant

Toi le combattant errant sans sépulture
Ton soleil ne brille plus qu'aux yeux des mourants
Par ton éloquent arc de triomphe, second sépulcre
Le soleil n'est plus beau
Qu'au regard d'un survivant

Toi le combattant errant sans sépulture
Ton soleil ne brille plus qu'aux yeux des mourants
Soit l'éclatant désespoir de notre aspiration
Commémorant la vérité aux rêves

Comme l'adieu d'un ami
Carressant d'une main mourante
Le deuil de la nature en ses moindres frissons
Ses bras languissament repliés sur le coeur
Murmurant d'un funeste remords
Le sanglot des défunts

Ses bras languissament repliés sur le coeur
Murmurant d'un funeste remords
Le sanglot des défunts
De ses lèvres à jamais fanées par la mort
Que s'évanouisses l'espoir en son dernier regard

Contemplation en songe guidée par ton errance
Espoir évanoui en de doux accords morbides

Combatente Sem Sepultura

Combatente rugindo através de um prisma
Oh feroz oceano, espírito do tempo

Combatente sem sepultura
Brilho desesperado da nossa inspiração
Poeira de veemência
Misturando a verdade ao sonho

Combatente errante através de um prisma
Imenso espelho perdido do nada

Você, o combatente errante sem sepultura
Seu sol brilha apenas nos olhos dos moribundos
Pelo seu eloquente arco do triunfo, segundo sepulcro
O sol não é mais bonito
Do que no olhar de um sobrevivente

Você, o combatente errante sem sepultura
Seu sol brilha apenas nos olhos dos moribundos
Seja o brilho desesperado da nossa aspiração
Comemorando a verdade nos sonhos

Como a despedida de um amigo
Acariciando com uma mão moribunda
O luto da natureza em seus menores tremores
Seus braços languidamente dobrados sobre o coração
Murmurando um funesto remorso
O soluço dos falecidos

Seus braços languidamente dobrados sobre o coração
Murmurando um funesto remorso
O soluço dos falecidos
De seus lábios para sempre murchos pela morte
Que se desvaneça a esperança em seu último olhar

Contemplação em sonho guiada pela sua errância
Esperança desvanecida em doces acordes mórbidos

Composição: