Imago 2.0
In old broken wooden chairs,
by windows towards grey void plains
Spiders webs now cling round
Legs 'neath our sits here.
And cracks make these thrones unsteady
in that old wooden chair.
And that clock on the wall
Pending for a call to make
Or one to take.
One that still remembered,
more than he had left to make memory
of reading of news now old and very forgotten.
Watching dawns over neverending,
cold dead land.
No! Is it really so?
That clock still pendles on.
So hear now how?
In our minds it rings for noon.
It's midday for the memory of those now dead.
Life's spring of what is immortal
And that shall live with them.
Oh, what an epitaph!
One that still remembered,
more than he had left to make memory
of reading of news now old and very forgotten.
Watching dawns over neverending,
cold dead land.
They sadly all were too seldom,
yet with an echo of times gone by.
Speaking in creaky sounds in this old chair,
where once sat breathing men.
One that still remembered,
more than he had left to make memory
of reading of news now old and very forgotten.
Watching dawns over neverending,
cold dead land.
Imago 2.0
Em velhas cadeiras de madeira quebradas,
perante janelas voltadas para planícies cinzentas
Teias de aranha agora se agarram
A pernas sob nossos assentos aqui.
E rachaduras tornam esses tronos instáveis
naquela velha cadeira de madeira.
E aquele relógio na parede
Esperando por uma chamada a fazer
Ou uma para atender.
Uma que ainda é lembrada,
mais do que ele tinha deixado para fazer memória
de ler notícias agora velhas e muito esquecidas.
Observando amanheceres sobre terras frias e mortas,
sem fim.
Não! É realmente assim?
Aquele relógio ainda pende.
Então ouça agora como?
Em nossas mentes ele toca ao meio-dia.
É meio-dia para a memória dos que agora estão mortos.
A primavera da vida do que é imortal
E que viverá com eles.
Oh, que epitáfio!
Uma que ainda é lembrada,
mais do que ele tinha deixado para fazer memória
de ler notícias agora velhas e muito esquecidas.
Observando amanheceres sobre terras frias e mortas,
sem fim.
Eles tristemente eram todos muito raros,
mas com um eco de tempos passados.
Falando em sons rangentes nesta velha cadeira,
donde uma vez sentaram homens respirando.
Uma que ainda é lembrada,
mais do que ele tinha deixado para fazer memória
de ler notícias agora velhas e muito esquecidas.
Observando amanheceres sobre terras frias e mortas,
sem fim.