Sleeping Giants
Flushed from the fields on the Malian steppe
Carved out from wombs that our fathers beset
As giants we sleep, where hopelessness ends
An UN statistics, we're counted and fed
Children of war, hunger, and filth
Dragged through the dust in our misery
Where you won't be seen alive...
In diamond mines, in textile looms,
As cocaine mules, and prostitutes... we don't exist
They take us young, borders be damned
From Bangkok to Juarez, on Sahara sands
Nameless and dead, on frontiers forlorn
We hate, loath, and curse the day we were born
On and on, we're taken
More lives, forsaken
Fuck you, you maggot, harvester of human traffic
So few, aware
So few, will care
Pray on, here after, where no God will ever answer
Gigantes Adormecidos
Expulsos dos campos na estepe maliana
Esculpidos de ventres que nossos pais cercaram
Como gigantes dormimos, onde a desesperança acaba
Uma estatística da ONU, somos contados e alimentados
Filhos da guerra, da fome e da sujeira
Arrastados pela poeira na nossa miséria
Onde você não será visto vivo...
Nas minas de diamante, nos teares de tecido,
Como mulas de cocaína e prostitutas... não existimos
Nos levam jovens, que se danem as fronteiras
De Bangkok a Juarez, nas areias do Saara
Sem nome e mortos, em fronteiras esquecidas
Odiamos, desprezamos e amaldiçoamos o dia em que nascemos
E assim seguimos, sendo levados
Mais vidas, abandonadas
Vai se foder, seu verme, colhedor de tráfico humano
Tão poucos, cientes
Tão poucos, se importarão
Reze, aqui depois, onde nenhum Deus jamais responderá