Godless Drunken Wreck
In chains you toiled at the hands of men
The kine knows not yet its yoke
And strives but as one of the flock
But in savagery lies freedom
Pitiless in naked sacrificial rite
Those prior masters crucified
To such savage cross were nailed
Flying headlong into the storm
A ferocious beating coruscant
Tempest's bliss from tethers torn
Such headless corpse will dance
Waves of new freedom was us clean
Of ghosts of oblivion's reveries
But with all course lost directionless
Whither will we go? Where the fuck should we go?
We sail on, ever, ever on
Mired rotting leviathans
Trouble us no more
As the golden future shines
To see such glories yet unseen
Quixotic fantasy
Such unknown shores where mad beauty
And cruel nightmares reign
But have we sailed too far?
Where now the shining hope for freedoms future?
When voyaging becomes dead lost
Bright freedom turns iron cage
The light has fled even from our dreams
The age of creation and new joy has passed
As we shudder and fear
Then insoluble thunder of mariner's beasts
Old horrors and glories lost
Cleaving unto the shades of reveries long dead
The butterfly has lost it's wings
And we who sailed with you
Who learned to say 'I'
Our ship has gone down with all hands
So raise your voices and sing
For this butterfly has lost it's wings
Sing out your hearts
Sing o'er your bowels filled with ashes
All hands are lost
All hands
Naufrágio embriagado sem Deus
Em cadeias você labutou nas mãos dos homens
O gado não sabe ainda o seu jugo
E se esforça, mas como um dos rebanhos
Mas na selvageria reside a liberdade
Impiedoso no rito de sacrifício nu
Aqueles mestres anteriores crucificados
Para tal cruz selvagem foram pregados
Voando de cabeça na tempestade
Um coruscant batendo feroz
A felicidade de Tempest de amarras rasgadas
Esse cadáver sem cabeça vai dançar
Ondas de nova liberdade nos foram limpos
Dos fantasmas dos devaneios do esquecimento
Mas com todo o curso perdido sem rumo
Para onde iremos? Onde diabos devemos ir?
Nós navegamos sempre, sempre
Leviatãs podres atordoados
Não nos incomodem mais
Como o futuro dourado brilha
Para ver tais glórias ainda não vistas
Fantasia quixotesca
Essas costas desconhecidas, onde beleza louca
E pesadelos cruéis reinam
Mas nós já navegamos longe demais?
Onde agora a esperança brilhante para as liberdades futuras?
Quando a viagem se torna morta perdida
Liberdade brilhante vira gaiola de ferro
A luz fugiu até dos nossos sonhos
A era da criação e a nova alegria passaram
Quando estremecemos e tememos
Então o trovão insolúvel das feras do marinheiro
Velhos horrores e glórias perdidos
Apegando-se às sombras dos devaneios mortos há muito tempo
A borboleta perdeu suas asas
E nós que navegamos com você
Quem aprendeu a dizer "eu"
Nosso navio caiu com todas as mãos
Então levante suas vozes e cante
Pois esta borboleta perdeu suas asas
Cante seus corações
Cante o seu intestino cheio de cinzas
Todas as mãos estão perdidas
Todas as mãos