Cara's Castle
If you ever come to our town
On a carousel crusade
And you're tired of fighting windmills with a nail
Cross the fence and join the dragons
Who have never made the grade
Cara's castle and the keepers of a most unholy grail
Oh Cara, Queen of the losers, ruler of the weak
Give the poet what he chooses till he's too dumb to speak
There's a clock upon the mantle
But its hands forget the time
And the windows turn their backs upon the day
And the people in the shadows
Could be all lost friends of mine
Cara's courtiers need no light need no light to lose their way
Oh Cara, Queen of the losers, ruler of the weak
Give the poet what he chooses till he's too dumb to speak
From the end to the beginning
Crippled minds retrace the steps
From the burial to the birth they do retreat
Wonderin' where and when and why
Their souls were slaughtered while they slept
Cara's courtiers know no victory know no victory just defeat
Oh Cara, Queen of the losers, ruler of the weak
Give the poet what he chooses till he's too dumb to speak
One by one the battered soldiers
Go slowly cross the moat
One by one they seek new castles somewhere else
With their crutches and the cravens
And I wonder is there hope
Is there hope for Cara's courtiers and the wars against themselves
Oh Cara, Queen of the losers, ruler of the weak
Give the poet what he chooses till he's too dumb to speak
O Castelo da Cara
Se um dia você vier pra nossa cidade
Numa cruzada de carrossel
E estiver cansado de lutar contra moinhos com um prego
Atravesse a cerca e junte-se aos dragões
Que nunca conseguiram se destacar
O castelo da Cara e os guardiões de um cálice bem profano
Oh Cara, Rainha dos perdedores, governante dos fracos
Dê ao poeta o que ele escolher até ele ficar tão burro pra falar
Tem um relógio na lareira
Mas suas mãos esquecem a hora
E as janelas viram as costas pro dia
E as pessoas nas sombras
Podem ser todos amigos perdidos meus
Os cortesãos da Cara não precisam de luz, não precisam de luz pra se perder
Oh Cara, Rainha dos perdedores, governante dos fracos
Dê ao poeta o que ele escolher até ele ficar tão burro pra falar
Do fim pro começo
Mentes aleijadas refazem os passos
Do sepultamento ao nascimento eles recuam
Se perguntando onde, quando e por que
Suas almas foram massacradas enquanto dormiam
Os cortesãos da Cara não conhecem vitória, não conhecem vitória, só derrota
Oh Cara, Rainha dos perdedores, governante dos fracos
Dê ao poeta o que ele escolher até ele ficar tão burro pra falar
Um a um, os soldados machucados
Vão lentamente atravessando o fosso
Um a um, eles buscam novos castelos em outro lugar
Com suas muletas e os covardes
E eu me pergunto se há esperança
Se há esperança para os cortesãos da Cara e as guerras contra eles mesmos
Oh Cara, Rainha dos perdedores, governante dos fracos
Dê ao poeta o que ele escolher até ele ficar tão burro pra falar