395px

A História Gruda Nos Seus Pés

Modest Mouse

History Sticks To Your Feet

At the movies, eyes iced over
Walking sideways, through the gutters
And you realize that the floor sticks to your feet like history
Don't you look at me like life don't hold you any mystery
Bag of splinters boiling over, on your back expose your belly
Optimism doesn't change the facts, just what you're gonna see

Like it was stated that we're walking salt and coal
Plants solidify sunshine; how this started, I don't know
Causing feet and entire chain shoe stores
The sun's diary pulled up from deep canary holes
And when we read it, our skin, it becomes warm

At the movies, eyes iced over
Walking sideways, through the gutters
And you realize that the floor sticks to your feet, your history
I'm gonna slap that look off your face like life don't hold you no mystery
All those red marks on our shoulders
Self back patting, homemade trophies
Well the past only exists as tiny bricks we burn to release all its memories
I've had enough with rolling boulders, I want more moss on me

Clocks to splinters but time goes forward
And when them tree drop leaves your feet collect their memories
I guess all us snakes find our tails pretty damn tasty!!

I heard you mention we're walking salt and coal
Plants solidify sunshine; how this started, I don't know
Causing feet and entire chain shoe stores
The sun's diary pulled up from deep canary holes
And when we read it, our skin, it becomes warm

At the movies, eyes iced over
Walking sideways, through the gutters
And you realize that the floor sticks to your feet, your history
I'm gonna knock that look off your face like life don't hold you no mystery

A História Gruda Nos Seus Pés

No cinema, olhos congelados
Andando de lado, pelos bueiros
E você percebe que o chão gruda nos seus pés como a história
Não me olha assim como se a vida não tivesse mistério pra você
Saco de lascas fervendo, nas suas costas expõe sua barriga
O otimismo não muda os fatos, só o que você vai ver

Como foi dito que estamos andando em sal e carvão
Plantas solidificam a luz do sol; como isso começou, não sei
Causando pés e lojas de sapatos inteiras
O diário do sol puxado de buracos canários profundos
E quando lemos, nossa pele, ela fica quente

No cinema, olhos congelados
Andando de lado, pelos bueiros
E você percebe que o chão gruda nos seus pés, sua história
Vou tirar essa expressão do seu rosto como se a vida não tivesse mistério pra você
Todas aquelas marcas vermelhas nos nossos ombros
Autoelogios, troféus caseiros
Bem, o passado só existe como pequenos tijolos que queimamos pra liberar todas as suas memórias
Já cansei de rolar pedras, quero mais musgo em mim

Relógios em lascas, mas o tempo avança
E quando as árvores perdem folhas, seus pés coletam suas memórias
Acho que todos nós, cobras, achamos nossas caudas bem gostosas!!

Eu ouvi você mencionar que estamos andando em sal e carvão
Plantas solidificam a luz do sol; como isso começou, não sei
Causando pés e lojas de sapatos inteiras
O diário do sol puxado de buracos canários profundos
E quando lemos, nossa pele, ela fica quente

No cinema, olhos congelados
Andando de lado, pelos bueiros
E você percebe que o chão gruda nos seus pés, sua história
Vou tirar essa expressão do seu rosto como se a vida não tivesse mistério pra você

Composição: