Marinheiros de Verdade
Moisés Da Vitória Ribeiro
No convés ao amanhecer, o vento a cortar
O óleo e a água se misturam no ar
Cabos e velas, máquinas a rugir
Cada um no seu posto, sem fingir
Olhos cansados, mãos calejadas
Histórias guardadas, noites trocadas
Sem papo furado, sem falsas risadas
Aqui no petroleiro, a verdade é sagrada
E quando a tempestade vem, não há ilusão
O que segura o navio é a nossa mão
Marinheiros de verdade, irmãos do mar
Na correria e no silêncio, sabemos lidar
Sem falsos sorrisos, sem precisar falar
O respeito se conquista, não se pode fingir ou negar
O horizonte é só azul e cinza de sal
O rádio apita, outra missão no jornal
Cada tanque, cada carga é nossa missão
O navio é casa e a bússola é coração
No jantar rápido, silêncio que une
Nada de fofoca, nada que desune
O convés é só trabalho, suor e suor
Mas a amizade real aqui tem valor
E quando a noite cai, o mar a brilhar
A gente se entende, sem precisar falar
Marinheiros de verdade, irmãos do mar
Na correria e no silêncio, sabemos lidar
Sem falsos sorrisos, sem precisar falar
O respeito se conquista, não se pode fingir ou negar
E cada porto é lembrança, cada onda é lição
O mundo lá embaixo não entende a nossa canção
Mas a vida a bordo, quem vive, quem sente
Sabe que o que importa é ser gente de frente
Marinheiros de verdade, irmãos do mar
Na correria e no silêncio, sabemos lidar
Sem falsos sorrisos, sem precisar falar
O respeito se conquista, não se pode fingir ou negar



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