Cachito a Cachito
estoy más solo que la una.
más vacío que el bolsillo de un mendigo sin tus besos.
me someto a la tortura, de volver a ser un transeunte con destino a enloquecer.
la cera golpea mis pies.
la farolas alumbran,
mi rostro entristecido con mirada moribunda.
estribillo
cuando vuelvas cógeme, cachito a cachito del suelo.
que mi alma se rompe en pedazos de lo que por ti está sufriendo.
embriagado de dolor,
y borracho de deseo.
quiero tenerte a mi verita que con tu ausencía no puedo.
no hay sufrimiento sin dolor.
mi herida no se cierra sin plaquetas de tu amor.
no hay terapia ni antídoto,
que me cure más deprisa que el calor que desprenden tus besos.
me abraza la noche,
me cobijo en portales,
y cada poro de tu piel grita tu nombre.
estribillo
cuando vuelvas cógeme, cachito a cachito del suelo.
que mi alma se rompe en pedazos de lo que por ti está sufriendo.
embriagado de dolor,
y borracho de deseo.
quiero tenerte a mi verita que con tu ausencía no puedo.
Cachito a Cachito
estou mais sozinho que um lobo.
mais vazio que o bolso de um mendigo sem seus beijos.
me submeto à tortura, de voltar a ser um transeunte a caminho da loucura.
a cera queima meus pés.
a luz das lâmpadas brilha,
meu rosto entristecido com olhar de quem está morrendo.
refrão
quando você voltar, me pegue, cachito a cachito do chão.
que minha alma se despedaça do que por você está sofrendo.
embriagado de dor,
e bêbado de desejo.
quero ter você do meu lado que com sua ausência não consigo.
não há sofrimento sem dor.
minha ferida não se fecha sem os remédios do seu amor.
não há terapia nem antídoto,
que me cure mais rápido que o calor que vêm dos seus beijos.
a noite me abraça,
me escondo em portais,
e cada poro da sua pele grita seu nome.
refrão
quando você voltar, me pegue, cachito a cachito do chão.
que minha alma se despedaça do que por você está sofrendo.
embriagado de dor,
e bêbado de desejo.
quero ter você do meu lado que com sua ausência não consigo.