Canary in a coalmine
Well I'm starting to be free of this.
If I would have died would that
have made the rest better?
A canary in a coal miner's cage,
the last one to go not yet a red letter day.
Last night I fell asleep to air.
In the morning I'll wake up
to my lungs filled with clutter.
Will I ever breathe again?
Run, run take cover.
The walls in this house
are caving in like sleep paralysis.
Black out!
Now I swim out to the ocean crest,
I stretch my hand out to deliver a letter.
A paranoid poets distress.
Past a few weird trees and mist.
A voice beckons to be from
between the bed and the covers.
Canaries telling fables of men.
Like so many poets who fell
in love with the bottle.
If the bird went first then I'm gone too.
And all of my friends are
pouring liquor on my grave.
Tipping their hats and their bottles,
and walking off.
In a few short hours they'll be here too.
Canário na mina de carvão
Bem, estou começando a me livrar disso.
Se eu tivesse morrido, isso
teria melhorado o resto?
Um canário na jaula de um mineiro,
o último a ir, ainda não é um dia de sorte.
Na noite passada, adormeci ao vento.
De manhã, vou acordar
com os pulmões cheios de bagunça.
Vou conseguir respirar de novo?
Corre, corre, se esconde.
As paredes dessa casa
estão desmoronando como paralisia do sono.
Apague!
Agora eu nado até a crista do oceano,
estico minha mão para entregar uma carta.
A angústia de um poeta paranoico.
Passando por algumas árvores estranhas e névoa.
Uma voz me chama de
entre a cama e os cobertores.
Canários contando fábulas de homens.
Como tantos poetas que se apaixonaram
pela garrafa.
Se o pássaro foi primeiro, então eu também fui.
E todos os meus amigos estão
derramando bebida no meu túmulo.
Tirando os chapéus e as garrafas,
e se afastando.
Em poucas horas, eles também estarão aqui.
Composição: Monday In London