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Filho da Guerra

Monge do Caos

Letra

    Huuuu!!!!
    Filhos da guerra, de novo!
    Vindo da guerra, de novo!
    Do Olimpo pra Terra, de novo!
    De Valhala à Terra, de novo!
    Filhos da Terra e do povo!
    Não quero guerras de novo!
    Nós somos a voz do povo!
    E não queremos guerras de novo!

    Vendo a gente longe
    Lento o tempo passa
    As metas estão longe
    Mas quem corre, alcança na raça!
    Vendo o céu cair
    Deixa a chuva passar
    Porque tudo passa
    E esse medo de viver te atrasa!

    Tenho hora e quero ouro
    Tenho história e não extrato
    Sinta a morte ainda vivo
    Raciocínio amplificado
    A farsa de um governo falso
    Eu não me sinto representado
    E eles falam tanto de revolta
    E revolta não se faz sentado!
    São apenas garotos e garotas
    Cartas contam o quanto o encanto cola os pontos
    Canto contos tontos, todos nossos sonhos
    Caio tanto aos prantos
    Louco, eu vou levando
    Lento, eu não levanto
    Talento tristonho
    Só lamento enquanto desfruto da sombra
    Solidão me assombra
    Passa a goma, lombra
    Lendo o movimento, aumento a ação de compra
    Decidi contra quem eu luto contra!

    E por mais que eu veja e lamente
    Sem esforço, nada vai sair do lugar
    E esse teu esforço pra vida
    Um dia vai valer a pena

    Huuuu!!!!
    Filhos da guerra, de novo!
    Vindo da guerra, de novo!
    Do Olimpo pra Terra, de novo!
    De Valhala à Terra, de novo!
    Filhos da Terra e do povo!
    Não quero guerras de novo!
    Nós somos a voz do povo!
    E não queremos guerras de novo!

    E o sangue derramado nesse espaço sujo
    Me faz recalcular o que eu penso de tudo
    Sobre tudo, sobre o mundo
    Sobre o destino e esse tal plano divino
    Que deixou esse fiel cego e surdo
    E essa falta de tempo que eu tenho
    Pra abraçar meus pais e agradecer por tudo
    Pra comemorar tudo
    Toda conquista e o que aprendi com os erros
    Toda a minha lista de metas que eu cumpro

    Ninguém me compra porque acima de tudo eu não me contento com pouco
    E a liberdade vem acima de tudo!
    E notas são muito pouco
    E do pouco eu quero muito e com esse muito eu não me iludo
    Não tô aqui pra viver a realidade de nenhum dos outros
    Metas são pontos certos
    Procuro pontos cegos
    Sigo peitando as lendas
    Pregando todos pregos
    Desconstruindo legos
    Trazendo luz aos leigos
    E mesmo assim não acho que eu tô 100% certo


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