Chekist
Pulia navylet cherez sheiu
Khlestnula krov'iu, i khren s toboj.
My ehtikh gadov zakatim v transheiu,
My ehtim gadam pokazhem razboj!
A v ambrazure golye liazhki,
Tam eshche s vechera p'iut samogon.
Nash komandir v rvanoj tel'niashke
V p'ianom ugare priot na rozhon.
I ne strashny nam ni cherti, ni besy,
I chto kartech' letit so svistom.
Vrezhem zalpom iz obrezov:
Byl chekist, i net chekista!
Krov'iu umylisia belobandity.
«Nestor Ivanovich! Davaj, dorogoj!»
My podpolzem, budet vsio shito-kryto
K sekretariu, chto sidit za svechoj.
Esli petlia ne namazana mylom,
I perekosilo v vintovke patron,
Ne ispugaet sviniachee rylo,
Belaia Gvardiia, Chiornyj baron.
I ne strashny nam ni cherti, ni besy,
I chto kartech' letit so svistom.
Vrezhem zalpom iz obrezov:
Byl chekist, i net chekista!
I esli Budennyj udarit vsej moshch'iu,
I Voroshilov svoj tank privezet,
Detka, ne plach', bud' chut' poproshche.
Ne s ehtim rubalis', avos' pronesiot.
I ne strashny nam ni cherti, ni besy,
I chto kartech' letit so svistom.
Vrezhem zalpom iz obrezov:
Byl chekist, i net chekista!
Ehj, ne strashny nam ni cherti, ni besy,
I chto kartech' letit so svistom.
Vrezhem zalpom iz obrezov:
Byl chekist, i net chekista!
Chekista
Pulei pela noite, sem medo
Cortou a sangue, e que se dane você.
Esses caras vão se dar mal na emboscada,
Vamos mostrar pra eles como é que se faz!
E na trincheira, pernas de fora,
Lá ainda tão bebendo cachaça.
Nosso comandante, com a camisa rasgada
Na bebedeira, se agarra na arma.
E não temos medo nem de demônios, nem de monstros,
E o que voa por aí faz barulho.
Vamos atacar com os canos cortados:
Era chekista, e não tem mais chekista!
Com sangue lavamos os brancos.
"Nestor Ivanovich! Vamos, meu chapa!"
Vamos nos esgueirar, tudo vai ser encoberto
Pro secretário que tá lá na vela.
Se a corda não tiver untada com sabão,
E a bala na espingarda estiver torta,
Não assusta a cara de porco,
Guarda Branca, Barão Negro.
E não temos medo nem de demônios, nem de monstros,
E o que voa por aí faz barulho.
Vamos atacar com os canos cortados:
Era chekista, e não tem mais chekista!
E se o Budenny atacar com toda a força,
E o Voroshilov trouxer seu tanque,
Menina, não chora, fica mais tranquila.
Não brigamos com isso, quem sabe passa.
E não temos medo nem de demônios, nem de monstros,
E o que voa por aí faz barulho.
Vamos atacar com os canos cortados:
Era chekista, e não tem mais chekista!
Eh, não temos medo nem de demônios, nem de monstros,
E o que voa por aí faz barulho.
Vamos atacar com os canos cortados:
Era chekista, e não tem mais chekista!