Enigma
Ibis redibis non morieris in bello
Quasi l'alba ma pace non c'è
Troppi pensieri che girano in testa
Forse domani sapremo il perché
Di questo tormento che resta
È difficile scegliere sai
Quando l'insicurezza si desta
Tardi per tornare indietro oramai
Si scatenerà la tempesta
Segreti che ci legano
Un enigma d'irrealtà
Di presunta sobrietà
Non è facile intuire dove stia la verità
Siam confusi sempre più
Poi ridotti in schiavitù
E' una strana sensazione di precipitare giù
Il tuo sguardo mi osserva da un po'
Ogni mio movimento e silenzio
Tutti dettagli che io ignorerò
S'insinuano nella memoria
Illusioni di ciò che accadrà
Indelebili sensi di colpa
Muri invisibili s'ergon tra noi
Ciò che è accaduto è ormai storia
Discorsi che ci uccidono
Un inferno di parole urlate, frasi a metà
Nessuno cederà
Chissà da qui fino a dove poi si arriverà
Enigma
IBIS REDIBIS NON MORIERIS EM LINDA
Quase amanhecer, mas não há paz
Muitos pensamentos correndo em sua cabeça
Talvez amanha saibamos porque
Deste tormento que resta
É difícil escolher sabe
Quando a insegurança acorda
Atrasado para voltar agora
A tempestade vai cair
Segredos que nos unem
Um enigma de irrealidade
De presumida sobriedade
Não é fácil adivinhar onde está a verdade
Estamos cada vez mais confusos
Em seguida, reduzido à escravidão
É uma sensação estranha de cair
Seu olhar está me observando por um tempo
Cada movimento meu e silêncio
Todos os detalhes que irei ignorar
Eles rastejam na memória
Ilusões do que vai acontecer
Sentimentos indeléveis de culpa
Paredes invisíveis se erguem entre nós
O que aconteceu agora é história
Discursos que nos matam
Um inferno de palavras gritadas, meias frases
Ninguém vai desistir
Quem sabe daqui para onde chegará então
Composição: Giulio Capone, Chiara Tricarico, Marco Falanga