An Erotic Alchemy

Queen of all my sleepless nights
For whose beauty I, Faun
have played my pipes, with heart
Queen in white silk, skin like milk
Horns of Faun, lips of dawn
You are now honoured you with my presence
As I'm honoured by your sight
I crown your perfection
The predator in your breast, I devour

Tempted is now my light body

From where it burns spirals of exotic scents
Rose, sandal, jasmine, all kinds of incense
Aged fragrances only dreamed of once
Dragons do dream far beyond the sense
We make love in the dusty throne
of a Modern Sodoma

Come to Me, step further into my nakedness
Caress me in your breasts of Fire

Breed my flame, have no fear or weakness
I welcome you in my hole of desire

Have me now, Prince, have me here
Your beg still whispers in my ear

Daylight has broken into a strange nostalgia

Night tired candles seem like two lovers
Melt in a embrace of conspiracy
Between us there is this strange chemistry
but would you die for me?
would you die for what I've longed to be?

Imperious, choleric, irascible,
extreme in everything,
with a dissolute imagination of the like
which has never been seen,
atheistic to the point of fanaticism,
there you have me in a nutshell
and kill me again or take me as I am,
for I shall not change
(De Sade)

Breed of a nameless force, origin of our Sin
We are as large as Gods, we are their tragedy
We are the four arms of the solar Cross
Lightning in incredulous faces the flames of Uthopy

Would you die for this

Uma Alquimia Erótica

Rainha de todas as minhas noites sem sono
Por cuja beleza eu, Fauno
toquei minhas flautas, com o coração
Rainha em seda branca, pele como leite
Chifres de Fauno, lábios de alvorada
Você está agora honrada com minha presença
Assim como estou honrado por sua visão
Eu coroo sua perfeição
O predador em seu seio, eu devoro

Tentado está agora meu corpo claro

De onde queimam espirais de cheiros exóticos
Rosa, sândalo, jasmim, todos os tipos de incenso
Fragrâncias antigas apenas sonhadas uma vez
Dragões sonham muito além do sentido
Nós fazemos amor no trono poeirento
de uma Sodoma moderna

Venha a mim, entre mais em minha nudez
Me acaricie em seus peitos de Fogo

Crie minha chama, não tenha medo ou fraqueza
Eu saúdo você em meu buraco de desejo

Possua-me agora, Príncipe, tenha-me aqui
Seus pedidos ainda sussurram em meu ouvido

A luz do dia arrebentou em uma nostalgia estranha

Velas gastas na noite parecem dois amantes
Derretidos em um abraço de conspiração
Entre nós existe esta estranha química
Mas você morreria por mim?
Você morreria pelo que eu tenho almejado ser?

Imperioso, colérico, irascível
Extremo em tudo
Com uma imaginação devassa do semelhante
Que nunca foi visto
Ateu ao ponto do fanatismo
Lá você me tem em poucas palavras
E me mate novamente ou me aceite como sou
Pois eu não mudarei
(De Sade)

Raça de uma força sem nome, origem de nosso Pecado
Nós somos tão grandes quanto Deuses, nós somos sua tragédia
Nós somos os quatro braços da Cruz solar
Brilhando em faces incrédulas as chamas da Utopia

Você morreria por isto?

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