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O Blues Indolente

Moreau Jeanne

Le blues indolent

Je suis indolente, mes yeux sont vagues, vagues, vagues
Et je balance mes hanches vaguement
Mes lèvres remuent, fardées de mots si vagues, vagues
Les passants hésitent en me croisant
Le temps maudit toujours les presse
Le vent si lent pour celle qui attend
Le temps me berce de paresse
Alors je chante sans fin ce vague chant

{Refrain:}
Les jeux de l'amour sont comme les jeux du hasard
Qui rêve de cœur souvent est servi de pique noir
Qui cherche un regard reçoit des rires moqueurs

Les hommes nonchalants me font des signes vagues, vagues
Et me frôlent de l'épaule vaguement
Une étreinte vague entre deux êtres vagues, vagues
C'est un peu renier le néant
Le temps maudit toujours nous presse
Le temps pourtant qui va si lentement
Le temps efface mes caresses
Alors je chante sans fin ce vague chant

{au Refrain}

Et je suis si triste quand les hommes vagues, vagues, vagues
Se reposent dans mes bras vaguement
Vaguement divaguent dans leur sommeil si vague, vague
Quand ils dorment, ils ressemblent aux enfants
Le temps maudit toujours m'oppresse
Le temps qui va son lent balancement
Le temps emporte ma tendresse
Alors je chante sans fin ce vague chant

{au Refrain}

O Blues Indolente

Eu sou indolente, meus olhos são vagos, vagos, vagos
E eu balanço meus quadris vagamente
Meus lábios se movem, pintados com palavras tão vagas, vagas
Os passantes hesitam ao me cruzar
O tempo maldito sempre nos pressiona
O vento tão lento para quem espera
O tempo me embala na preguiça
Então eu canto sem fim essa canção vaga

{Refrão:}
Os jogos do amor são como jogos de azar
Quem sonha com amor muitas vezes é servido com espinho
Quem busca um olhar recebe risadas zombeteiras

Os homens relaxados me fazem sinais vagos, vagos
E me tocam de leve no ombro vagamente
Um abraço vago entre dois seres vagos, vagos
É um pouco renegar o nada
O tempo maldito sempre nos pressiona
O tempo, no entanto, que vai tão lentamente
O tempo apaga minhas carícias
Então eu canto sem fim essa canção vaga

{no Refrão}

E eu fico tão triste quando os homens vagos, vagos, vagos
Descansam em meus braços vagamente
Vagamente divagam em seu sono tão vago, vago
Quando dormem, parecem crianças
O tempo maldito sempre me oprime
O tempo que vai seu lento balançar
O tempo leva minha ternura
Então eu canto sem fim essa canção vaga

{no Refrão}

Composição: