Jawornik Wielki
Prastary dukt do komnat twych prowadzi mnie
Tam gdzie wilczych pie¶ni brzask
Tam wzgórza Twe
Ty
Dumny tron sudeckich kl±tw
Pasterz skalnych grobów
¦mieræ mieszka tam gdzie wzgórza Twe
W koronach trumiennych drzew
Tam gdzie Ty
Tam dom mej krwi
Stos wo³a ciê
Wisielczy szept
Widmowy blask
Otula Ciê
Z Twych powozów
Pi±ty jest ostatnim snem
Jaworowych mar
Sen w¶ród Twych ska³ m± ksiêg± jest
Sznur krwi
Nie zetrze Ciê
Obrazy dusz
Snuj±cych blask
S± krwi±
Prastary czas
Stos wo³a ciê
By¶ poszed³ na to wzgórze ¶wiête
Ofiarê z³o¿yæ z dni wyklêtych
Na jaworowym martwym ³o¿u
O³tarzu zapomnianych bogów
Tam gdzie prastare ¶pi± legendy
Tam wilczy pysk po¿era ksiê¿yc
Tam na ca³unie naszych grobów
Zapalam jaworowy p³omeñ
Tam dusze zmar³ych s± zaklête
Tam nó¿ do ¿y³ a do ust pêtla
Tam strach z szacunkiem w krwi urojeñ
Tam zawsze p³onie ¶wiêty ogieñ
Jawornik Wielki
Um antigo caminho me leva até seus cômodos
Lá onde o amanhecer canta lobo
Lá estão suas colinas
Você
O trono orgulhoso das maldições sudeckas
O pastor das tumbas rochosas
A morte habita onde suas colinas estão
Nas coroas das árvores funerárias
Lá onde você está
Lá está o lar do meu sangue
A fogueira te chama
Um sussurro de enforcado
Um brilho espectral
Te envolve
Dos seus carruagens
O último sonho é o último trago
Sonhos de bordo
Um sonho entre suas rochas é um livro
Um cordão de sangue
Não vai te apagar
Imagens de almas
Tece um brilho
São de sangue
Um tempo ancestral
A fogueira te chama
Você deveria ir até essa colina sagrada
Fazer uma oferta dos dias malditos
Sobre a cama morta de bordo
No altar dos deuses esquecidos
Lá onde antigas lendas dormem
Lá a boca do lobo devora a lua
Lá no manto de nossos túmulos
Acendo uma chama de bordo
Lá as almas dos mortos estão encantadas
Lá a faca vai para as veias e a corda para a boca
Lá o medo arde com respeito nas ilusões de sangue
Lá sempre arde o fogo sagrado