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Sombras de Crueldade

Morningless

Shades of Cruelty

Shades of Cruelty
All of these words
Out from these caves
Where a serpent tongue hides
Ready to strike the conscience from backside
With a bladeless knife, they hurt from inside

Never white neither black… the words we say
Never clear neither opaque… when everything's grey

We promise out loud poisonous needles that bite innocent minds
Where is that bottle...? Truth elixir... A cure to heal the blinds

Deep inside... where is throned the jesters
Floats the riddle, but who knows the answer?
Not me… and it's the venom I spit
You swear, do you lie? Do you really know it?

If we could only raise our hands to grab the sky
Then tear it apart to break the night
Our fingers stretched to hold the light
Then keep it in to enlight the lies

This mask I wear... I forged it
This look in my face... I drew it
What remains of dream... of life
Artificial smiles

Destroying it's own birthplace
To create a shameful illusion pit
A liquid lie now runs through the veins
And shades of cruelty appear to hide it

Sombras de Crueldade

Sombras de Crueldade
Todas essas palavras
Saindo dessas cavernas
Onde uma língua de serpente se esconde
Pronta para atingir a consciência por trás
Com uma faca sem lâmina, ferem de dentro

Nunca brancas nem pretas... as palavras que dizemos
Nunca claras nem opacas... quando tudo é cinza

Prometemos em voz alta agulhas venenosas que mordem mentes inocentes
Cadê aquela garrafa...? Elixir da verdade... Uma cura para curar os cegos

Lá no fundo... onde estão os bufões
Flutua o enigma, mas quem sabe a resposta?
Não eu... e é o veneno que eu cuspo
Você jura, você mente? Você realmente sabe?

Se pudéssemos apenas levantar as mãos para agarrar o céu
Então rasgá-lo para quebrar a noite
Nossos dedos esticados para segurar a luz
Então guardá-la para iluminar as mentiras

Essa máscara que eu uso... eu a forjei
Esse olhar no meu rosto... eu o desenhei
O que resta do sonho... da vida
Sorrisos artificiais

Destruindo seu próprio berço
Para criar um poço de ilusão vergonhosa
Uma mentira líquida agora corre pelas veias
E sombras de crueldade aparecem para escondê-la

Composição: