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Abertura

Morodo

Apertura

Abra kadabra mandra ay,porke an estado en tumulto las naciones,
Y los grupos nacionales mismos,an hablado
Entre dientes una kosa vacía,
Los reyes de la tierra toman su posicion,
Y los altos funcionarios mismos se han reunido
En masa komo uno solo kontra ya,
Y kontra su ungido,
Y dicen:rompamos sus ataduras y hechemos de nosotros sus kuerdas,
El mismisimo ke se sienta en los cielos se reira
Ya mismo ara eskarnio de ellos
En aquel tiempo les hablaran su colera
Y en su ardiente desagrado les perturbara diciendo
Yo si he instalado a mi rey sobre sion
Mi santa montaña dejenseme hacer referencia al decreto de yah
El ha dicho tu eres mi hijo yo hoy he llegado a ser tu padre
Pidanme para que vea naciones por herencia tuya
Y a los cabos de la tierra por posesion tuya
Los quebraras con cetro de hierro como si fueran
Vaso de alfarero los haras añicos
Y ahora oh reyes ejerzan perspicacia
Dejense corregir oh jueces de la tierra
Sirvan a yah con temor
Y estengozosos con temblor
Ves en alijo para que el no se enoje
Y ustedes no perezcan del camino
Porque su colera se enciende facilmente
Felices son los que se refugian en el
Sagrado en mano el lasalaisai yoh rastafa ai
Mas llama,enya ana me eh refugiado,
Komo se atreven a decir a mi alma,
Huyan komo pajaro a la montaña de ustedes,
Porke miren los inikuos doblar el arko,
Alistan en efecto su flecha,de la kuerda de su arko,
Para disparar en las tinieblas kontra los rectos del korazon,
Kuando los fundamentos mismos estan demolidos
Ke tendra ke hacer kualkiera ke es justo,,,ya,,,
Esta en su santo templo,ya obvia en los cielos esta su trono,
Sus propios ojos kontemplan sus propios ojos radiantes
Examinan a los hijos de los hombres
Ya ya mismo examina al justo asi komo al inikuo
Y su alma ciertamente odia a kualkiera ke ama la violencia,
El ara llover sobre los inikuos,
Trampas fuego y azufre
Y un viento abrasadorkomo la porcion de la kopa de ellos
Porke ya raastafar es justo el si ama los actos justos
Los rectos kontemplaran su rostro
Bendiciones

Abertura

Abra kadabra, manda aí, por que as nações estão em tumulto,
E os próprios grupos nacionais têm falado
Entre dentes uma coisa vazia,
Os reis da terra tomam sua posição,
E os altos funcionários se reuniram
Em massa como um só contra já,
E contra seu ungido,
E dizem: rompamos suas amarras e joguemos de nós suas cordas,
Aquele que se senta nos céus ri
Já mesmo fará escárnio deles.
Naquele tempo, lhes falará sua cólera
E em seu ardente desagrado os perturbará dizendo:
Eu sim instalei meu rei sobre Sião,
Minha santa montanha, deixem-me fazer referência ao decreto de Yah.
Ele disse: tu és meu filho, hoje eu cheguei a ser teu pai.
Peçam-me para que eu veja nações por herança tua
E os confins da terra por possessão tua.
Os quebrarás com cetro de ferro como se fossem
Vasos de oleiro, os farás em pedaços.
E agora, ó reis, exerçam perspicácia,
Deixem-se corrigir, ó juízes da terra.
Sirvam a Yah com temor
E alegres com tremor.
Vejam que ele não se irrite
E vocês não pereçam pelo caminho,
Porque sua cólera se acende facilmente.
Felizes são os que se refugiam nele.
Sagrado em mão, eu sou Rastafá, ai.
Mais chama, e eu me refugiei,
Como se atrevem a dizer à minha alma:
Fujam como pássaro para a montanha de vocês,
Porque vejam os ímpios dobrar o arco,
Preparam de fato sua flecha, da corda de seu arco,
Para disparar nas trevas contra os retos de coração.
Quando os fundamentos mesmos estão demolidos,
O que terá que fazer qualquer um que é justo?...
Já está em seu santo templo, já óbvio, nos céus está seu trono.
Seus próprios olhos contemplam, seus próprios olhos radiantes
Examinam os filhos dos homens.
Já, já mesmo examina o justo assim como o ímpio,
E sua alma certamente odeia qualquer um que ama a violência.
Ele fará chover sobre os ímpios,
Trampas, fogo e enxofre
E um vento abrasador como a porção da taça deles.
Porque já Rastafá é justo, ele ama os atos justos.
Os retos contemplarão seu rosto.
Bendições.

Composição: