
Carta aos Homens de Bem
Morte ao Rei
Os pobres disputam os restos nos ossos
Enquanto o rosto do homem de bem
Não mexe, não treme enquanto ele mente
Pois sabe que a cúpula ainda o mantém
Discursos de ódio tornando-se ópio
Do gado marcado que segue pro abismo
Abaixa o imposto depois que for o dobro
Agradece ao seu salvador, pobre iludido
Igual ao gado no caminho do abate
Rebanho com o sino no pescoço
Seguindo para o precipício como quem não tem rumo
Capitalismo estampado no rosto
Compre, consuma, não olhe pra bula
Injete ozônio no meio do rabo
Siga as normas, massa de manobra
Enquanto eles te fodem de quatro
Você não vê? Você não percebe?
Não somos nada além estatísticas
Voto impresso, futuro incerto
Ditadura na rua, ideologia fascista
Igual ao gado no caminho do abate
Rebanho com o sino no pescoço
Seguindo para o precipício como quem não tem rumo
Capitalismo estampado no rosto
Filha da puta!
Discursos de ódio tornando-se ópio
Do gado marcado que segue pro abismo
Abaixa o imposto depois que for o dobro
Agradece ao seu salvador, pobre iludido
Compre, consuma, não olhe pra bula
Injete ozônio no meio do rabo
Siga as normas, massa de manobra
Enquanto eles te fodem de quatro
Igual ao gado no caminho do abate
Rebanho com o sino no pescoço
Seguindo para o precipício como quem não tem rumo
Capitalismo estampado no rosto
Filha da puta!



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