Rain
My soul seeps into the arid soil
I purify in the ichor below
The bottomless wells
Of buried dreams and forgotten years
A eulogy of portraits damned
Painted in blood and tears
A vestige of words unspoken
And lost stories left untold
Of what could have been
And what shall be no more
Streaks of crimson cascade
Through the oaken shadows peer
Light my endless quest
Down the halls of dismal drear
As the moonlight mirrors the sea
I gaze into a reflection cold and still
The stars above rain upon my lifeless flesh
And release me beyond the world at last
My soul seeps into the arid soil
I purify in the ichor below
Open the ethereal gates
Lure me to my longed rest
Pierce my hollowed heart
Bless me and be my death
Chuva
Minha alma se infiltra no solo árido
Eu me purifico no líquido abaixo
Os poços sem fundo
De sonhos enterrados e anos esquecidos
Um elogio de retratos condenados
Pintados em sangue e lágrimas
Um vestígio de palavras não ditas
E histórias perdidas deixadas sem contar
Do que poderia ter sido
E do que não será mais
Raios de carmesim em cascata
Através das sombras de carvalho espreitam
Iluminam minha busca interminável
Pelos corredores da tristeza sombria
Enquanto a luz da lua espelha o mar
Eu olho para um reflexo frio e imóvel
As estrelas acima chovem sobre minha carne sem vida
E me libertam do mundo finalmente
Minha alma se infiltra no solo árido
Eu me purifico no líquido abaixo
Abra os portões etéreos
Atraia-me para o meu descanso desejado
Perfure meu coração vazio
Abençoe-me e seja minha morte