Nothing (The March Of Death)
A figure of despair
Staring into the nothingness,
Lost among life suckers...
So small standing by the ocean
sensing the rain, worn out from
A storm of rage.
I have succumbed to sorrow,
The hoary darkness
And the All-consuming silence,
For i had such hopes and dreams,
That fell like Vapours
Throug the summer air
I had such thoughts,
Thoughts that would crush Mountains
And blunt the very daggers to my heart
And yet the mere sliver of hope
Sent to the corner of fire
My bones
Are weary
Weary from this malignant mortality
We hold on to
With such grim despair
That it becomes
All-consuming...
In the glowering sickly green depths
Of my misery, drank deep textures
Grotesque ecstacy, elementary splendour
Reminded of labyrinthine intricacies
The squalor, the bewildering diversities
The squalor, the lonely existence
The squalor, the bewildering diversities
The squalor, the lonely existence...
A journey
Through a half dream
Each step a death
To slip right through
The cracks unnoticed
To pause the question
The meanderings of time
The grey vastness
We hold on to
The Glum adhesive
That binds us through
No!
Hark!
A football,
The march of death.
A hollow call to arms
From the grave, from the grave...
A curator of dead souls
Brings us down
Is it a shadow of life or just some vision?
Apocalyptic dreams...
Hark!
A curator of our dead souls...
Who is it that walks so solemnly right through the graves?
Is it a shadow or just some vision?
Apocalyptic dream!
Tracing patterns to bring us down
To bring us down
Who is it that walks?
The march of death!
Nada (A Marcha da Morte)
Uma figura de desespero
Olhando para o nada,
Perdido entre os sugadores de vida...
Tão pequeno em pé à beira do oceano
Sentindo a chuva, exausto de
Uma tempestade de raiva.
Eu sucumbi à tristeza,
A escuridão cinzenta
E o silêncio que consome tudo,
Pois eu tinha tantas esperanças e sonhos,
Que caíram como vapores
Pelo ar do verão.
Eu tinha tais pensamentos,
Pensamentos que poderiam esmagar montanhas
E amolecer as facas cravadas no meu coração
E ainda assim, a mera lasca de esperança
Mandada para o canto do fogo.
Meus ossos
Estão cansados
Cansados dessa mortalidade maligna
Que seguramos
Com tanto desespero sombrio
Que se torna
Tudo consumindo...
Nas profundezas verdes doentias
Da minha miséria, bebi texturas profundas
Ecstasy grotesco, esplendor elementar
Lembrando das intricadas labirintites
A miséria, as diversidades desconcertantes
A miséria, a existência solitária
A miséria, as diversidades desconcertantes
A miséria, a existência solitária...
Uma jornada
Através de um meio sonho
Cada passo uma morte
Para escorregar
Pelas fendas sem ser notado
Para pausar a questão
Os meandros do tempo
A vastidão cinza
Que seguramos
O adesivo sombrio
Que nos une através
Não!
Escutem!
Uma bola de futebol,
A marcha da morte.
Um chamado vazio às armas
Do túmulo, do túmulo...
Um curador de almas mortas
Nos derruba
É uma sombra da vida ou apenas alguma visão?
Sonhos apocalípticos...
Escutem!
Um curador de nossas almas mortas...
Quem é que caminha tão solenemente entre os túmulos?
É uma sombra ou apenas alguma visão?
Sonho apocalíptico!
Desenhando padrões para nos derrubar
Para nos derrubar
Quem é que caminha?
A marcha da morte!