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Every Grain of Sand

Nana Mouskouri

Letra

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Every Grain of Sand

In the time of my confession, in the hour of my deepest need

when the pool of tears beneath my feet flood every newborn seed

there's a dyin' voice within me reaching out somewhere

toiling in the danger and in the morals of despair

Don't have the inclination to look back on any mistake

like Cain, I now behold this chain of events that I must break

in the fury of the moment I can see the Master's hand

in every leaf that trembles and in every grain of sand

Ooh, the flowers of indulgence and the weeds of yesteryear

like criminals, they have choked the breath of conscience and good cheer

the sun beat down upon the steps of time to light the way

to ease the pain of idleness and the memory of decay

I gaze into the doorway of temptation's angry flame

and every time I pass that way I always hear my name

then onward in my journey I come to understand

that every hair is numbered like every grain of sand

I have gone from rags to riches in the sorrow of the night

in the violence of a summer's dream, in the chill of a wintry light

in the bitter dance of loneliness fading into space

in the broken mirror of innocence on each forgotten face

I hear the ancient footsteps like the motion of the sea

sometimes I turn there's someone there other times it's only me

I am hanging in the balance of a perfect finished plan

like every sparrow falling, like every grain of sand

Cada Grão de Areia

No tempo da minha confissão, na hora da minha maior necessidade

quando a poça de lágrimas sob meus pés inunda cada semente recém-nascida

há uma voz morrendo dentro de mim alcançando algum lugar

trabalhando no perigo e na moral do desespero

Não tenho a inclinação de olhar para trás em nenhum erro

como Caim, agora vejo essa corrente de eventos que preciso quebrar

na fúria do momento, consigo ver a mão do Mestre

em cada folha que treme e em cada grão de areia

Ooh, as flores da indulgência e as ervas daninhas do passado

como criminosos, eles sufocaram o sopro da consciência e da alegria

o sol bateu forte nos degraus do tempo para iluminar o caminho

para aliviar a dor da ociosidade e a memória da decadência

Eu olho para a porta da chama raivosa da tentação

e toda vez que passo por ali, sempre ouço meu nome

depois, seguindo minha jornada, começo a entender

que cada cabelo é contado como cada grão de areia

Eu fui de trapos a riquezas na tristeza da noite

na violência de um sonho de verão, no frio de uma luz invernal

na dança amarga da solidão desaparecendo no espaço

no espelho quebrado da inocência em cada rosto esquecido

Eu ouço os passos antigos como o movimento do mar

às vezes me viro e tem alguém lá, outras vezes sou só eu

estou pendurado no equilíbrio de um plano perfeito e acabado

como cada pardal caindo, como cada grão de areia

Composição: Bob Dylan / Túlio Mourão. Essa informação está errada? Nos avise.



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