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Uiop (A Última Comutação)

Mushroomhead

Uiop (A Final Reprieve)

Turn and face the jury
It's time we plead our case to thee
Failing to remember exactly how this came to be
In night comes a shade only dreamed of by day

Sentenced with a paragraph
A hyperbolic epitaph
The taste decays as we descend the endless days
To feed and prey upon the fading fortunes of tomorrow
The agony of all you fear, repeats itself into the mirror
The mantras of the morbid

Unbound (how do you plea?)
Unwound (the verdict, please)
Guilty by association

Inside these walls we wait
Suffering divided by seasons
Bringing the hammer down
Condemned beyond evidence of reason
Life of concrete and iron
We beg for a final reprieve
Light the torch, and bear the shame
Of those who cannot believe

We became too big to fall so soft
Too exposed to feel this lost
Candy coated hammers pound at the back of our fading resolve
To believe
It all was a childish fever dream
Too big to explore, too far to run and scream

Bleeding day by day
The wretched carcass on display
Cast aside, and banished to the unknown
Mistakes, we've made a few
But what were we supposed to do?
Beaten, torn, and tattered to the bone

Uiop (A Última Comutação)

Vire-se e encare o júri
É hora de apresentarmos nosso caso a você
Esquecendo exatamente como tudo isso aconteceu
Na noite vem uma sombra só sonhada durante o dia

Sentenciados com um parágrafo
Um epitáfio hiperbólico
O gosto apodrece enquanto descemos os dias sem fim
Para alimentar e caçar as fortunas minguantes de amanhã
A agonia de tudo que você teme se repete no espelho
Os mantras do mórbido

Desatados (como você se declara?)
Desfeitos (o veredicto, por favor)
Culpados por associação

Dentro dessas paredes esperamos
Sofrendo dividido pelas estações
Batendo o martelo
Condenados além da evidência da razão
Vida de concreto e ferro
Imploramos por uma última comutação
Acenda a tocha e carregue a vergonha
Dos que não conseguem acreditar

Nos tornamos grandes demais para cair tão suavemente
Expostos demais para sentir essa perda
Martelos cobertos de açúcar batem nas costas da nossa determinação minguante
Para acreditar
Que tudo foi um sonho infantil
Grande demais para explorar, longe demais para correr e gritar

Sangrando dia após dia
A carcaça miserável em exibição
Lançados de lado e banidos para o desconhecido
Erros, cometemos alguns
Mas o que deveríamos ter feito?
Espancados, rasgados e desgastados até os ossos

Composição: