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Maracatu do Homem-Elefante

Música Menor

Maracatu do Homem-Elefante

Es el Maracatú del Hombre-Elefante
Y aquí en este circo no hay quien lo cante

Estribilho só em ô
Refrãozinho só com á
Não é dom de qualquer um
Não é só se pôr a obrar
Meus amigos do conjunto
Tocam na banda pra quê?
Pra alegrar suas almas nobres?
Pra módi se aparecer?
Mas se a justiça desses céus
For pensar no que é que deu
Se for pensar no que é que deu
Tamos condenados, meus
Pretensão é um nome forte
Tem seu Cic e Cgc
Apresenta os documentos
Mostra pra identificar
De Faria, um brasileiro
Com pudor do popular

Es el Maracatú

Reza la filosofia
De la lengua popular
No existe quien no cante
Cuando es hora de cantar
No por eso mi amigo
Me parece que este bien
El forzar a quien lo intente
A quiene no tiene com qué
Pero si es noche de febrero y el cantor no está entero
Si el cantor no está entero
Que se logra al insistir, que se gana com forzar?
Complicar la harmonia, colocarle al mi un fá
Si nadie va a dar pelota
Si nadie lo va a notar
(y nadie lo va a notar...)

Es el Maracatú

Maracatu do Homem-Elefante

É o Maracatu do Homem-Elefante
E aqui, neste circo ninguém pode cantar

Estribilho Só em ô
Refrãozinho Só com
NÃO E hum QUALQUÉR dom
NÃO É Só sei de agir
amigos Meus fazer juntos
Tocam na banda pra?
Pra iluminar SUAS Nobres almas?
Modi Pra aparecer?
Mais é Desses Justiça Céus
Por que não E pensar que deu
É para que não E pensar que deu
Tamos condenado, Meus
Um nome é forte pretensão
Tem Seu Cic e Cgc
documentos I Apresenta
Mostra do pra identificar
De Faria, um brasileiro
Com modéstia fazer populares

É o Maracatu

filosofia Reza
A linguagem popular
Não há ninguém que não canta
Quando é hora de cantar
Não tão meu amigo
Eu acho isso muito bem
Forçando que tentam
A quiene não têm com
Mas se fevereiro noite, o cantor não está cheio
Se o cantor não está cheio
Que é alcançada ao insistir que ganha força com?
Para complicar a harmonia, anexar a meu um fá
Se ninguém vai dar bola
Se ninguém vai notar
(E ninguém vai notar ...)

É o Maracatu