Silent Nights
Dear child
Why don't you cry tonight?
Dear child
Where did you go last night?
Dear child
Where are you sleeping tonight?
Dear child
Where are you sleeping tonight?
A softspoken ancient man
Took you far away
With his choking silent breath
And his crippled cruel hands
To the lands far beyond
The shadows of the moon
These are the lands, I dare not to travel
These are the borders, I dare not to pass
These are the nights, I stay awake
This is the silence, I wish to fade
I prayed to the heavens in vain
But this spiteful god
He loves to see man suffer
Loves to behold our bleeding
I look at the moon
And hate the silence
I look at the shadows
And curse the silence
These are the lands, I dare not to travel
These are the borders, I dare not to pass
These are the nights, I stay awake
This is the silence, I wish to fade
I prayed to the heavens in vain
But this spiteful god
He loves to see man suffer
Loves to behold our bleeding
I look at the moon
And hate the silence
I look at the shadows
And curse the silence
It feels like deities love to open scars
Pouring salt into bleeding wounds
Knowing some sears never stop
Hoping these woes will never end
Dear child
And so it came to an end
On the first of many restless, sleepless nights
Untouched by the lashes of life
Before the first light of a new day
You went forever away
Into the silence of this night
Of that terrible, cold night
Noites Silenciosas
Querido filho
Por que você não chora esta noite?
Querido filho
Pra onde você foi na noite passada?
Querido filho
Onde você está dormindo esta noite?
Querido filho
Onde você está dormindo esta noite?
Um homem antigo e suave
Te levou pra longe
Com seu hálito silencioso e sufocante
E suas mãos cruéis e aleijadas
Para terras além
Das sombras da lua
Essas são as terras que eu não me atrevo a viajar
Essas são as fronteiras que eu não me atrevo a cruzar
Essas são as noites que eu fico acordado
Esse é o silêncio que eu desejo que desapareça
Eu rezei aos céus em vão
Mas esse deus rancoroso
Adora ver o homem sofrer
Ama contemplar nosso sangrar
Eu olho pra lua
E odeio o silêncio
Eu olho para as sombras
E amaldiçoo o silêncio
Essas são as terras que eu não me atrevo a viajar
Essas são as fronteiras que eu não me atrevo a cruzar
Essas são as noites que eu fico acordado
Esse é o silêncio que eu desejo que desapareça
Eu rezei aos céus em vão
Mas esse deus rancoroso
Adora ver o homem sofrer
Ama contemplar nosso sangrar
Eu olho pra lua
E odeio o silêncio
Eu olho para as sombras
E amaldiçoo o silêncio
Parece que as divindades adoram abrir feridas
Derramando sal em feridas sangrantes
Sabendo que algumas queimaduras nunca param
Esperando que essas dores nunca terminem
Querido filho
E assim chegou ao fim
Na primeira de muitas noites inquietas e sem sono
Intocadas pelos açoites da vida
Antes da primeira luz de um novo dia
Você foi embora para sempre
Para o silêncio desta noite
Daquele terrível e frio noite